4 de fevereiro de 2023

Síndrome Pós Pólio- Fisiopatologia da Dor

 

 

Trecho da Palestra Dor na Síndrome Pós Pólio - Esp Katia Campos.



A fadiga é REAL para os sobreviventes da poliomielite!



























Seu ente querido não está exagerando, a fadiga é um dos sintomas mais comuns expressos pelos sobreviventes da poliomielite! 
Com uma variedade de causas possíveis. 
Fadiga é um termo não específico que os sobreviventes da poliomielite costumam usar para descrever a diminuição da resistência e resistência muscular. 
Os sobreviventes também descrevem uma exaustão generalizada que pode afetar o estado de alerta mental. 
Muitos sobreviventes da pólio descrevem uma grande diminuição na resistência após uma doença, cirurgia, trauma e a recuperação pode demorar três a quatro vezes mais do que para pessoas que não tiveram poliomielite. 
Portanto é necessário ficar alerta e preparado, quando seu ente querido, Sobrevivente da Pólio, enfrentar algum tipo de doença ou trauma. 
Lembre-se, ele ou ela podem dizer a você que não é nada, acostumados que são, a se virarem sozinhos!!!

Fonte:
e
❤𝐒í𝐧𝐝𝐫𝐨𝐦𝐞 𝐏ó𝐬 𝐏ó𝐥𝐢𝐨 - 𝐈𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐭𝐨 𝐆𝐢𝐨𝐫𝐠𝐢𝐨 𝐍𝐢𝐜𝐨𝐥𝐢
Acredite na Vida! Curta a página do Instituto, para que mais pessoas conheçam sobre a SPP! 📞Tel: WhatsApp (11) 93450-5969 – 2ª a 6ª feira das 9:00 as 12:00 hs e das 14:00 as 17:30 hs. @institutogiorgionicoli 



Repórter dá depoimento pessoal sobre as consequências da poliomielite

 


Publicado originalmente em 17/10/2022
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3 de fevereiro de 2023

MATÉRIA DE DR. DRAUZIO VARELA EM 20/04/2011

SÍNDROME PÓS-PÓLIO ATINGE 75% DOS BRASILEIROS QUE TIVERAM PARALISIA INFANTIL

Luiz Fujita Jr
Quando tinha 46 anos, a servidora pública aposentada do Tribunal de Justiça de Brasília, Eliana de Aquino, foi ao supermercado, como de costume, e levou um susto: simplesmente não conseguia empurrar o carrinho. “Eu sentia um cansaço estranhíssimo. E para nós, que tivemos pólio, o cansaço não existe, fomos treinados para superá-lo”.
Eliana contraiu poliomielite, doença também conhecida como paralisia infantil, quando tinha um ano e três meses de idade, e perdeu a mobilidade da perna esquerda.
Como o tratamento convencional previa, ela foi incentivada a exercitar-se. “Foi dito que eu devia fazer exercício a vida toda. Eu andava 2.500 metros todo dia, fazia pilates…”.
No entanto, todo esse esforço foi responsável por, 45 anos depois, Eliana desenvolver a Síndrome Pós-pólio (SPP).

Mecanismo compensatório
Em 90% dos casos, o vírus da poliomielite é destruído pelo sistema imunológico sem causar sintomas. Uma pequena parte dos infectados manifesta apenas sinais comuns a várias doenças, como febre, vômito e dor de cabeça. Somente 1% deles desenvolve sintomas do sorotipo 1 do vírus, que ataca o sistema nervoso e destrói neurônios motores, causando paralisia flácida. Quando os músculos afetados são o cardíaco ou os músculos da respiração, a doença pode ser letal.
Para suprir a falta dos neurônios que morreram, os neurônios adjacentes criam novos “braços” para inervar os músculos que ficaram órfãos. “Com o passar dos anos, esse esforço contínuo afeta as inervações que o paciente havia ganho com o brotamento dos neurônios. Ele era um indivíduo adaptado à sua fraqueza, mas exigiu demais desse mecanismo compensatório”, explica o Dr. Acary Bulle, neurologista responsável pelo Setor de Doenças Neuromusculares da UNIFESP.
Os principais sintomas da síndrome pós-pólio surgem de repente e são semelhantes aos da fase aguda da poliomielite: fraqueza e dor muscular, fadiga excessiva, dores nas articulações, intolerância ao frio e dores de cabeça. Em geral, o que surge primeiro é a fraqueza. “Eu digitava rápido no trabalho, e comecei a ficar tão exausta que não conseguia continuar. Não tinha mais sustentação no corpo”, afirma Eliana.

Conscientização
Eliana de Aquino vivenciou a incompreensão que aflige muitos dos portadores da SPP. Por se tratar de uma doença pouco conhecida, familiares e amigos acham que o paciente está exagerando ou fazendo manha. “É um drama que se começa a reviver. Falam que é corpo mole, a família não apoia. Na época, queriam até me fazer correr”.
A conscientização sobre a doença é fundamental para evitar os problemas graves decorrentes da SPP. Se antes Eliana tinha uma perna sem mobilidade, após desenvolver a síndrome teve de mudar-se para uma casa adaptada, já que não consegue ficar em pé.
Teve, ainda, que abrir mão do emprego por não conseguir manter o corpo firme, ereto, e usa medicamentos caros e fortes para aliviar as dores. “Perdi tudo, mas em compensação ganhei uma causa nobre, à qual me dedico de corpo e alma para ser um agente de colaboração”.
Juntamente com o Dr. Acary e a Associação Brasileira, de SPP, Eliana foi uma das responsáveis pela inclusão da doença na CID, a Classificação Internacional de Doenças, em setembro de 2009. Até então, os portadores da síndrome pós-pólio tinham de batalhar em longos processos para obter auxílio-doença, já que o INSS não reconhecia a existência da enfermidade.
Não há dados oficiais sobre o número de pessoas que sofrem da síndrome no Brasil, mas estima-se que ela atinja 75% dos que tiveram poliomielite paralítica na infância.
A principal recomendação para essas pessoas, apresentem ou não os sintomas da SPP, é evitar todo esforço desnecessário. “Use bem o músculo, para não atrofiá-lo, mas também não o desgaste. Culturalmente, é difícil convencer uma pessoa a usar cadeira de rodas se ela consegue caminhar, mas o paciente não deve exasperar-se, caso tenha de usá-la em algumas ocasiões. É necessário evitar o uso contínuo de escadas e as caminhadas de grandes distâncias, por exemplo”, afirma o Dr. Acary.

Publicado em 20/04/2011

FONTE: 



2 de fevereiro de 2023

RESPIRAR (POLIOMIELITE)



Respirar, 2017, Trailer Legendado 🎬
Direção: Andy Serkis
Elenco: Andrew Garfield, Claire Foy, Diana Rigg, Ed Speleers

Sinopse: 
A história real de Robin (Andrew Garfield), um homem brilhante e aventureiro, que ficou paralisado por conta da poliomielite
.
Mas ele e sua esposa, Diana (Claire Foy), contra todos os conselhos, se recusam a serem aprisionados pelo sofrimento. 
.
Diana leva Robin para casa e os dois decidem viver uma história de amor, com cada respiração como se fosse a última.

Digital Filmes

Postagem publicada nesse blog em 02/08/2017- Repostada hoje para maior visibilidade.


Poliomielite no Brasil: país entra no radar de alto risco para a volta da doença

 


Jornalismo TV Cultura

A poliomielite é uma doença altamente contagiosa causando uma infecção na medula e no cérebro, afetando o sistema motor com sequelas como osteoporose, atrofia muscular, dificuldade na fala e até paralisia total das pernas. No Brasil, a vacina contra a pólio é aplicada em cinco doses: três injetáveis, com o vírus inativo, aos dois, quatro e seis meses de idade; e as outras duas doses em gotas, aos 15 meses e aos quatro anos para reforçar a imunização. Desde 2015, a cobertura vacinal contra a paralisia infantil vem caindo. Hoje, o índice está em 63%, bem abaixo dos 95% estipulados pelo Ministério da Saúde.

OBS. Publicando originalmente nesse blog em 17/10/2022
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20 de janeiro de 2023

Alimentação para ÁCIDO ÚRICO alto e Links Sites Tua Saúde.

 







A Tatiana diz tudo o que você precisa saber para baixar o ácido úrico e diminuir assim também as chances do possível aparecimento de crises de gota. Por isso, se no seu exame de sangue aparece ácido úrico elevado, entenda o que deve e não deve comer nesta reedição, focada apenas na redução do ácido úrico no sangue, com mudanças de hábitos alimentares.



18 de janeiro de 2023

10 MELHORES VITAMINAS PARA A MEMÓRIA e SAÚDE DA MENTE | 1 ÚNICO SUPLEMENTO PODE EVITAR a DEMÊNCIA?

 



⚠️ AVISO LEGAL ❤️ Trata-se de um vídeo meramente educativo, objetivando instruir a população sobre diversos assuntos que envolvem a medicina e saúde em geral. ❤️ As informações contidas nos vídeos não têm o intuito de substituir a consulta médica ou servir como recomendação para qualquer plano de tratamento. Em caso de dúvidas procure o seu médico. ❤️ A Medicina é uma ciência em constante mudança, os vídeos são produzidos baseados nos Artigos Científicos mais recente até a data. 🔴 De acordo com Art. 8º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Médica, os vídeos têm somente caráter de prestar informações de fins estritamente educativos. 🔴 De acordo com Art. 9º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Médica § 1º “E ”, não são divulgados endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço. 🎯https://cardiodf.com.br

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4 de janeiro de 2023

UMA ÓTIMA NOTÍCIA PARA QUEM TEM ARRITMIA CARDÍACA. TEM CURA?

Arritmia cardíaca tem cura?

Quais os sintomas da arritmia cardíaca? Como curar de uma arritmia cardíaca? Estamos em Indaiatuba - SP!

 

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7 ERROS QUE VOCÊ COMETE AO MEDIR A PRESSÃO EM CASA- E COMO MEDIR CORRETAMENTE?



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7 de novembro de 2022

Até os gatos usavam máscaras antigamente- Pandemia da gripe de 1918 – 1919 "gripe espanhola"



Isso mesmo: não somos os primeiros a usar máscaras durante uma pandemia! 

A pandemia da gripe de 1918 – 1919, ou "gripe espanhola", que matou mais de 50 milhões de pessoas, incluiu algumas características da nossa pandemia atual — incluindo o fechamento de lojas e escolas, obrigatoriedade de máscaras, quarentena e a eventual implantação de inoculações. 
As máscaras se tornaram obrigatórias quando a gripe espanhola chegou à Califórnia, e a recusa em usar uma máscara podia resultar em multa ou prisão.

Com o mundo ainda envolvido na Primeira Guerra Mundial, os mandatos de máscara foram levados a sério em 1918, como evidenciado nessa foto de família onde até o gato estava usando uma minúscula máscara para gatos.


Veja mais:


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Veja mais fotos históricas nunca vistas guardam detalhes que não conhecíamos, clique no link:



26 de setembro de 2022

Entrevistada pelo Dr. Dráuzio Varella (Fantástico) Filomena Petcov que foi vítima do vírus da poliomielite, relata sua luta contra as sequelas da doença e agora enfrenta uma nova guerra: A Síndrome Pós Pólio.

 


"Segue a entrevista para o Fantástico sobre a importância da vacinação infantil. 
Expliquei sobre a "Síndrome Pós Pólio" ainda pouco divulgada e que está acontecendo com a maioria dos que tiveram Pólio no passado. 
Infelizmente o tempo foi curto, mas consegui dar o recado principal."



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ENTREVISTA NA RECORD DE FILOMENA PETCOV SOBRE PALIOMIELITE

 


Segue a entrevista q dei pra Record sobre o baixo índice de vacinação da Poliomielite..
Vacinar é um ato de amor..



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22 de setembro de 2022

DIA NACIONAL DE LUTA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: 21 DE SETEMBRO

No dia 21 de setembro, é comemorado, no Brasil, o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência.

Essa data foi oficializada em 2005 pela Lei Nº 11.133, entretanto, já era comemorada desde o ano de 1982.

O 21 de setembro foi escolhido porque está próximo do início da primavera, estação conhecida pelo aparecimento das flores. Esse fenômeno representaria o nascimento e renovação da luta das pessoas com deficiência.

Assim sendo, a nossa luta deve ser constante, e o dia de hoje é uma oportunidade para demonstrar força na busca pelos nossos direitos.

11 de setembro de 2022

‘Temos um débito enorme com as pessoas que tiveram poliomielite no passado’, diz neurologista Dr. Acary Souza Bulle Oliveira da Unifesp


Recentemente, os sobreviventes da pólio se viram obrigados a assumir o papel de ativistas pela vacinação. Eles são unânimes em dizer que a queda recente na cobertura vacinal coloca em risco toda uma geração de bebês que, caso o vírus retorne ao Brasil, podem sofrer com os mesmos problemas para o resto de suas vidas.

Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou a prorrogação da campanha de multivacinação, destinada a garantir doses atrasadas de dez imunizantes diferentes para crianças de cinco a 14 anos, e da vacina em gotinhas contra a pólio para as crianças de um a quatro anos.

Entre 8 de agosto e 9 de setembro, a campanha multivacinação já aplicou 908 mil doses contra a pólio no Estado de São Paulo, o que representa apenas 38,3% do público-alvo, segundo um balanço divulgado na noite desta sexta-feira (9) pela Secretaria Estadual da Saúde (SES-SP).

A pasta afirmou ainda que outras 503 mil crianças e adolescentes de cinco a 14 anos (8% dos mais de 9 milhões de paulistas nessa faixa etária) compareceram aos postos de vacinação, e cerca de 290 mil tomaram alguma das outras dez vacinas disponíveis.

Segundo o neurologista, além da medicina, foi para atender as crianças que acabaram permanentemente acamadas que foi inventada a primeira documentação de slide no teto, o primeiro carro adaptado, as leis de acessibilidade e o esporte adaptado.

"Tudo que estamos vendo aqui hoje, do ponto de vista de acessibilidade e de leis e de facilidade para ao dia a dia, tem a ligação com a poliomielite", diz Oliveira. 
"Não podemos, de jeito nenhum, em homenagem a essas pessoas, deixar que a poliomielite retorne. 
Portanto, vocês pais, mães, avós, não deixem a pólio voltar. Vacinem, vacinem, vacinem."

LEIA MAIS NA REPORTAGEM G1 AQUI


Diretrizes de Atenção à Reabilitação da pessoa com Síndrome Pós-Poliomielite e Co-morbidades- Ministério da Saúde.

O objetivo desta diretriz é oferecer orientações às equipes multiprofissionais para o cuidado à saúde da pessoa com Síndrome Pós-Poliomielite nos diferentes pontos de atenção da Rede de Cuidados à Pessoa com deficiência.

Espera-se que as Diretrizes de Atenção à Reabilitação da pessoa com Síndrome Pós-Poliomielite e Co-morbidades contribua para a construção, mensuração e a manutenção de sua saúde plena,bem como o desenvolvimento da sua autonomia e desenvolvimento social.

Deseja-se em última análise que o trabalho dos vários profissionais de saúde em conjunto com a comunidade se concretize em uma vida digna, saudável e plena.


Leia mais clicando AQUI.


SÍNDROME PÓS PÓLIO NO CID-10 CÓDIGO G-14. NO CID-11 O CÓDIGO MUDARÁ PARA 8B62

G-14 é o número da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) da OMS que identifica a Síndrome Pós-Pólio.

Quando (ou se) o governo brasileiro vier a adotar a CID-11, aprovada em 2019, o código mudará para 8B62

20 de julho de 2022

Os pequenos descansos que ajudam cérebro a aprender coisas novas

 


Para aprender algo novo, é preciso praticar, praticar, praticar, diz o senso comum — aquela ideia de que "a prática leva à perfeição". . Mas uma série de estudos científicos vem apontando que a prática incessante pode não ser o jeito mais eficiente de aprender uma nova habilidade: o cérebro precisa de descansos para consolidar o conhecimento recém-adquirido e transformá-lo de uma memória transitória para uma memória duradoura. . E uma das descobertas mais recentes é de que pequenas pausas intercaladas com a prática da atividade levam a grandes ganhos de aprendizado: o cérebro aproveita essas pausas para fazer um "replay" mental superveloz do que acabou de aprender, reforçando a habilidade recém-adquirida. . Esses pequenos intervalos podem ser particularmente produtivos para o cérebro de quem pratica novos movimentos minuciosos e repetitivos, como atletas ou músicos. Mas os cientistas esperam usar esse conhecimento também para ajudar pacientes vítimas de derrames. . Neste vídeo, a repórter Paula Adamo Idoeta detalha as descobertas do pesquisador brasileiro Leonardo Claudino, coautor de um estudo sobre esse assunto nos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos. O estudo dele está: AQUI

A reportagem completa está aqui AQUI

E este é o link do vídeo citado, sobre "Aprendendo a Aprender": CLIQUE AQUI



18 de julho de 2022

Poliomielite, filantropia e fisioterapia: o nascimento da profissão de fisioterapeuta no Rio de Janeiro dos anos 1950

Fonte: Scielo-Brasil: Ciência & Saúde Coletiva.

Resumos

As epidemias de poliomielite no país e especialmente no Rio de Janeiro deixaram centenas de crianças com sequelas durante os anos 1950. 
O clamor social diante da epidemia de poliomielite, as matérias na imprensa e a associação de médicos experientes a empresários, industriais, banqueiros e familiares das vítimas de poliomielite criaram as condições para o surgimento de uma entidade filantrópica de luta contra a paralisia infantil. 
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A Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) foi fundada em 1954 e, dois anos depois, criou a Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), a primeira instituição a formar fisioterapeutas em nível superior no país. 
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Este artigo realiza uma análise sociohistórica da profissionalização da fisioterapia no Rio de Janeiro, ao longo do processo de criação e reconhecimento da ERRJ. 
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Ao final, conclui-se que a epidemia de poliomielite teve papel central na criação da Escola de Reabilitação e que esta instituição, por sua vez, influenciou fortemente no reconhecimento e na profissionalização da fisioterapia no país.

Fisioterapeuta; Fisioterapia; Poliomielite; ABBR; ERRJ; Reabilitação

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MEDO DO ALZHEIMER? Sentimento de sobreviventes da pólio

Pergunta de um sobrevivente da pólio:

“Quando estou muito cansado ou estressado, esqueço totalmente a palavra que vou usar. Estou com medo. Estou contraindo a doença de Alzheimer?”

Resposta do Dr. Richard Bruno:
“Não. Você está enfrentando dificuldades para encontrar palavras, um problema para sobreviventes da pólio que não tem nada a ver com perda de memória ou doença de Alzheimer.
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Em nossa Pesquisa Nacional de 1990, 79% dos casos de pólio os sobreviventes relataram dificuldade em "lembrar das palavras que queriam dizer". Trinta e sete por cento relataram frequentes, dificuldade moderada a severa para encontrar palavras.
Sobreviventes da pólio têm dificuldade em nomear objetos e às vezes até pessoas que conhecem bem. Nossos resultados indicaram que a dificuldade de encontrar palavras não estava associada à dificuldade de memória ou pensamento - sintomas da Doença de Alzheimer - mas estava relacionada a problemas de concentração, um sintoma característico da fadiga pós-pólio.
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Também descobrimos que a dificuldade em encontrar palavras e focar a atenção estava relacionada aos sobreviventes da pólio.
Cérebros produzindo menos dopamina. Baixa dopamina é a causa da doença de Parkinson, e descobrimos que dificuldade de encontrar palavras foi idêntica em ambos os sobreviventes da poliomielite e pacientes de Parkinson, embora os sobreviventes da pólio não experimentassem o tremor e a rigidez do Parkinson.
Em 1996, publicamos um estudo mostrando que a bromocriptina, uma droga que substitui a dopamina, reduziu a busca de palavras, problemas de atenção e fadiga em sobreviventes da pólio.
No entanto, não é necessária medicação para tratar a dificuldade de encontrar palavras ou qualquer sintoma de SPP. Reduzir o estresse físico e emocional diminui todos os sintomas da SPP. Portanto, não se preocupe se você tem a doença de Alzheimer.
Se você está tendo problemas para lembrar de uma palavra que você quer dizer, tente "conversar" sobre a palavra descrevendo o que você está tentando nomear.
Fonte:
Dr. Richard L. Bruno, HD, PhD, é psicofisiologista clínico e de pesquisa, formado no New York State Instituto Psiquiátrico e começou a estudar as sequelas pós-pólio (SPP) e tratar sobreviventes da pólio em 1982, quando ele era o membro do Departamento de Reabilitação de Medicina, Faculdade de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia.