#polio #CNS #HumanizaSUS #SAES #ministeriodasaude
Sou portador das Sequelas da Poliomielite. E sabendo dos problemas enquanto PCD criei esse Blog com o objetivo de ajudar essas pessoas na luta pelos seus direitos.
16 de junho de 2026
Programa de Reparação em forma de Tratamento Cuidados e Acolhimento para Pessoas que Vivem com a Polio.
#polio #CNS #HumanizaSUS #SAES #ministeriodasaude
5 de dezembro de 2025
JONAS SALK O CRIADOR DA VACINA CONTRA POLIOMIELITE
O verão de 1952 foi o verão em que os pais desaprenderam a respirar.
Naquele ano, cerca de 57 mil crianças americanas contraíram poliomielite.Os parques silenciaram.
As piscinas esvaziaram.
Os cinemas apagaram suas luzes por falta de público.
Dentro de casa, janelas fechadas, mães e pais tentavam erguer muralhas invisíveis contra um inimigo que chegava sem avisar — e que podia transformar um corpo infantil em um campo de batalha contra si mesmo.
Nos hospitais, fileiras de pulmões de aço compunham uma música mecânica e assombrosa.
Cilindros metálicos respiravam por crianças que já não conseguiam fazê-lo por conta própria.
Algumas sairiam dali.
Outras jamais deixariam aquela cápsula.
E enquanto o país inteiro prendia o fôlego, em um laboratório subterrâneo em Pittsburgh, Jonas Salk corria contra o tempo — e contra a morte.
Filho de imigrantes judeus russos, criado em um bairro modesto do Bronx, Salk cresceu ouvindo da mãe uma frase que moldaria sua vida:
“Você deve parecer que pertence, mesmo quando disserem que não.”
Ele foi o primeiro da família a entrar na universidade. Escolheu a ciência em vez da clínica.
“Por quê?”, perguntou a mãe.
“Porque não quero ajudar um paciente de cada vez”, respondeu.
“Quero ajudar milhões.”
Em 1952, Salk ousou propor o impossível: uma vacina feita com o vírus morto.
Colegas desconfiavam. Alguns o chamavam de imprudente.
Mas Salk havia percebido um detalhe decisivo:
as crianças que sobreviveram à pólio jamais adoeciam de novo.
O corpo se lembrava do inimigo.
Se pudesse ensinar essa memória ao sistema imunológico — sem o risco da doença — talvez pudesse mudar o mundo.
A teoria precisava de coragem.
E coragem, às vezes, veste o rosto da loucura.
injetou a si mesmo com sua vacina experimental.
Depois, à esposa, Donna.
Depois, aos filhos — Peter, de 9 anos; Darrell, de 6; Jonathan, de 3.
Colegas murmuravam pelos corredores:
“Louco.”
“Gênio.”
“Ou os dois.”
Por semanas, ele observou seus filhos com o coração apertado.
Nenhuma febre. Nenhum sinal.
Apenas anticorpos.
Funcionara.
Mas três crianças eram uma gota num oceano.
Era preciso testar milhares.
E assim, em 26 de abril de 1954, na Escola Franklin Sherman, Virgínia, o pequeno Randy Kerr, 6 anos, arregaçou a manga e se tornou o primeiro voluntário do maior estudo médico da história.
Depois dele, vieram 1,8 milhão de crianças — os “Polio Pioneers”, orgulhosos de seus distintivos.
Os pais assinavam formulários com mãos trêmulas. Igrejas faziam vigílias.
Um país inteiro esperava.
Salk, exausto, emagrecido, dormindo pouco, vivia atormentado:
E se tivesse cometido um erro irreparável?
Cada febre em qualquer criança do estudo parecia um golpe na sua consciência.
“Seguro. Eficaz. Potente.”
O auditório explodiu.
Sinos tocaram em várias cidades.
Lojas fecharam espontaneamente.
Pais choraram abraçados aos filhos.
Horas depois, perguntaram a Salk quem detinha a patente.
Ele respondeu:
“O povo, eu diria. Sem patente. Como se pode patentear o sol?”
E com essa frase, ele abriu mão de uma fortuna incalculável — e entregou ao mundo sua arma contra o terror.
O efeito foi imediato:
– Em 1961, os casos caíram mais de 90%.
– Em 1979, a poliomielite foi eliminada nos EUA.
– Em 2023, persistia apenas em dois países.
– Cerca de 18 milhões de pessoas que teriam ficado paralisadas podem caminhar hoje.
– Centenas de milhares de vidas foram salvas.
Mas recebeu algo que poucos ganham:
a visão de crianças correndo por parques onde antes só havia medo.
Quando perguntado o que queria escrito em sua lápide, respondeu:
“Preferia que ela ficasse em um parque. Onde brincam as crianças que não pegaram poliomielite. Isso é suficiente.”
E assim, em um depósito em Atlanta, repousa hoje um dos últimos pulmões de aço — relíquia de um inimigo vencido.
Vencido porque um homem decidiu arriscar tudo — até a própria família — para proteger milhões de outras.
Ele poderia ter sido o cientista mais rico da história.
Preferiu ser algo infinitamente mais raro:
indispensável.
Da próxima vez que alguém disser que uma única pessoa não muda o mundo, conte sobre o verão de 1952, quando o medo encheu o ar…
e sobre Jonas Salk, o homem que decidiu dar o sol à humanidade.
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24 de outubro de 2025
Lembram-se da POLIOMIELITE ?
Quando falamos em Pólio (poliomielite ou paralisia infantil) dispara na memória as piscinas fechadas de natação, as campanhas contra a Paralisia Infantil, Franklin D. Roosevelt e a cidade de Warm Springs, os amigos de infância que usavam órteses nas pernas e dos Drs. Jonas Salk e Albert Sabin.
A poliomielite é uma das imunizações recomendadas na lista preparada pelos Centros Americanos de Controle e Prevenção de Doenças e por muitos ministérios de saúde ao redor do mundo.A poliomielite é uma doença que, provavelmente, remonta a data de 1600 a.C., de acordo com achado arqueológico, Estela Egípcia de Ruma, considerado pelos estudiosos o documento mais antigo da poliomielite, que apresenta a figura de um homem com atrofia e acentuado encurtamento do membro inferior direito.
É causada por um vírus e ainda é endêmica em alguns países do mundo.

Você já ouviu falar sobre os Efeitos Pós- Pólio?
No final de 1970, as pessoas que haviam contraído pólio relataram dois problemas para Gini Laurie, fundador da revista Gazzete Rehabilitation, que foi o nome anterior da Post- Polio Health International. Os sobreviventes das grandes epidemias do final dos anos 40 e início dos anos 50 “cansavam-se com mais facilidade.” Pelo fato deles terem sido reabilitados com sucesso 35 anos antes, eles não conseguiam encontrar os profissionais da saúde que se lembravam da pólio ou compreendiam suas conseqüências a longo prazo.
Laurie entrou em ação e buscou os mais dedicados médicos que dirigiam os centros respiratórios para pólio nos anos 50. Muitos haviam assumido outros cargos; muitos haviam se aposentado. Sua implacável rede de comunicação produziu uma conferência em Chicago, em 1981. O encontro reuniu 120 pacientes pós-pólio, profissionais da saúde e investidores para ajudarem a responder à pergunta: “O que aconteceu com o paciente de Pólio? ”
Hoje, o Post- Polio Health International continua o seu networking entre a comunidade pós-pólio através de seus sites abrangentes – www.polioplace.org e www.post-polio.org, – boletins, conferências e seus Fundos de Pesquisa.
24 de Outubro - Dia de Combate à poliomielite.
Esse dia não é apenas sobre lembrar a poliomielite, mas sobre honrar a força de quem a enfrentou.
Instituto Giorgio Nicoli
30 de junho de 2025
Síndrome Pós-Pólio - Ligado em Saúde
23 de junho de 2025
Poliomielite - Fisiologia Humana
12 de abril de 2025
Prof. Dr. Acary S.B.Oliveira,II SIP, II Simpósio Internacional de Portugal - Gondomar - Porto
25 de fevereiro de 2025
Conviver com a Pós-pólio
Conviver com a Pós-pólio
Ano Novo: Renovando forças!!!
06/01/2025
O início de um novo ano é uma oportunidade para refletir sobre desafios, conquistas e planos futuros. Para os sobreviventes da poliomielite, que muitas vezes enfrentam as dificuldades da Síndrome Pós Poliomielite (SPP), essa é uma época para renovar a determinação e cultivar a resiliência. A saúde mental e emocional desempenha um papel fundamental, ajudando a lidar com limitações físicas e a encontrar propósito em suas jornadas!
Resiliência: Um Alicerce para Superar a SPP!
Resiliência é a capacidade de se adaptar e superar adversidades. Para sobreviventes da poliomielite, a SPP pode ser uma fonte contínua de desafios, como fraqueza muscular progressiva, fadiga e dor.
Desenvolver resiliência significa:
Aceitar as Limitações: Reconhecer que as condições físicas podem mudar com o tempo, mas isso não define quem você é.
Encontrar Novas Estratégias:
Cultivar o Otimismo: Focar no que ainda é possível alcançar, em vez de lamentar as perdas.
Determinação: Renovando o Compromisso com o Bem-Estar!
A determinação é essencial para implementar mudanças e buscar melhorias contínuas. Para quem convive com a SPP, isso pode significar:
Estabelecer Metas Realistas: Criar pequenos objetivos diários, como caminhar uma curta distância ou fazer exercícios leves, pode trazer sensação de conquista.
Manter-se Ativo: A prática de atividades físicas apropriadas ajuda a preservar a mobilidade e o bem-estar geral.
Persistir nos Cuidados de Saúde: Continuar buscando tratamentos e ajustando terapias conforme necessário.
O Papel da Saúde Mental e Emocional
A preocupação com a saúde mental e emocional não é apenas um complemento ao cuidado físico, mas uma parte essencial do processo de enfrentamento. Algumas maneiras de fortalecer o equilíbrio emocional incluem:
Buscar Suporte Psicológico
Terapias como a cognitivo comportamental podem ajudar a lidar com sentimentos de ansiedade, depressão e frustração.
O acompanhamento psicológico é especialmente importante para superar o impacto emocional das limitações físicas.
Praticar a Autocompaixão
Evite julgar-se por não conseguir fazer tudo o que fazia antes. A autocompaixão cria um ambiente interno de aceitação e amor próprio.
Participar de Grupos de Apoio
Compartilhar experiências com outros sobreviventes da poliomielite pode proporcionar conexão, compreensão e troca de estratégias.
Cultivar a Espiritualidade ou Propósito
Muitos encontram força em práticas espirituais ou ao se engajar em atividades significativas, como voluntariado ou hobbies criativos.
Entrar em um novo ano é um convite para redescobrir sua força interior. Resiliência e determinação, aliadas ao cuidado com a saúde mental e emocional, são ferramentas poderosas para melhorar a qualidade de vida. Lembre-se: você não está sozinho nessa jornada. Com apoio, autocompaixão e uma visão positiva do futuro, é possível transformar desafios em oportunidades para crescimento e realização. Que este seja um ano de força renovada e conquistas para todos os sobreviventes da poliomielite!
24 de fevereiro de 2025
Entendendo a dor no Sobrevivente da Pólio!
Fatores como experiências traumáticas do passado, como internações hospitalares na infância, podem influenciar a forma como você sente e lida com a dor. Entender esse aspecto é fundamental para encontrar as melhores soluções.*
Crenças e comportamentos também desempenham um papel importante!
Muitos sobreviventes da poliomielite têm uma atitude determinada, muitas vezes ignorando os sinais de dor para continuar trabalhando. Embora essa atitude seja admirável, é importante encontrar um equilíbrio saudável entre atividade e descanso. Os profissionais de saúde reconhecem que a abordagem para lidar com a dor em sobreviventes da poliomielite é diferente daquela para outras condições, como a fibromialgia. Eles levarão em conta seus aspectos psicológicos e culturais para desenvolver estratégias de tratamento personalizadas.
A dor persistente e a dor crônica!
A dor persistente, muitas vezes, não está associada a uma causa física clara. Ela pode ser impulsionada por um processo crônico no sistema nervoso. Compreender essa natureza da dor é essencial para encontrar maneiras eficazes de aliviá-la. Muitas vezes, a causa da dor crônica é difícil de identificar. Isso pode levar a mudanças significativas em sua vida e até mesmo ao isolamento social. A equipe de saúde precisará adotar uma abordagem cuidadosa e contínua para ajudá-lo a lidar com essa situação. Os medicamentos para dor nervosa podem afetar todo o seu sistema nervoso, causando efeitos colaterais indesejados, como sonolência e confusão mental. É importante trabalhar com seu médico para encontrar a melhor opção de tratamento farmacológico. Além disso, questões biomecânicas e ergonômicas podem afetar sua dor. Ajustes posturais, uso de órteses e adaptações no ambiente podem ajudar a aliviar a sobrecarga em suas articulações e músculos.
Sua personalidade!
Ela também influencia a forma como você lida com a dor. Embora a determinação seja admirável, é importante aprender a respeitar os limites do seu corpo, especialmente à medida que você envelhece. Abordagens abrangentes, como fisioterapia, terapia ocupacional e apoio psicológico, podem ser muito benéficas. Elas visam reduzir o estresse nas articulações, melhorar sua funcionalidade e ajudá-lo a lidar melhor com os desafios emocionais. Em alguns casos, cirurgias ortopédicas avançadas podem oferecer novas opções de tratamento. É importante escolher cuidadosamente seus médicos, buscando profissionais experientes nessa área.
Em resumo, a gestão da dor em sobreviventes da poliomielite requer uma abordagem personalizada e multifacetada. Trabalhar em conjunto com sua equipe de saúde, considerando aspectos físicos, psicológicos, comportamentais e ambientais, é fundamental para melhorar sua qualidade de vida.
30 de dezembro de 2024
Eu Sou Eliana Zagui
Lucas Negrini
18 de agosto de 2024
Biografia de Frida Kahlo- Com seis anos contraiu poliomielite, que lhe deixou uma sequela no pé
Frida Kahlo, nome artístico de Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón, nasceu na vila de Coyoacán, no México, no dia 6 de julho de 1907. Filha de pai alemão e mãe espanhola, desde pequena teve uma saúde debilitada. Com seis anos contraiu poliomielite, que lhe deixou uma sequela no pé. Com 18 anos sofreu um grave acidente de ônibus, que a deixou um longo período no hospital.
Apesar de deprimida e incapacitada de andar, Frida passou a pintar sua imagem com um espelho pendurado na sua frente e um cavalete adaptado para que pudesse pintar deitada. Dizia: “Para que preciso de pés quando tenho asas para voar”. Sua primeira pintura foi “Autorretrato em um Vestido de Veludo”, dedicado a Alejandro Gómez Arias, seu ex-noivo.
Recuperada, Frida passa a estudar desenho e modelagem na Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México. Em 1928 filiou-se ao Partido Comunista Mexicano, quando conheceu Diego Rivera, um importante pintor do “Muralismo Mexicano”.
Casamento e viagens
Em 1929, com 22 anos, Frida Kahlo casou-se com o Diego Rivera e foram morar na “Casa Azul”, onde Frida nasceu. Em 1930, Frida engravidou, mas sofreu um aborto espontâneo. Nesse mesmo ano, foi com o marido para os Estados Unidos, onde ele realizava exposições. Moraram nas cidades de Detroit, São Francisco e Nova Iorque. Nesse período, sofreu um segundo aborto.
Dedicou-se à pintura e confeccionou um grande número de autorretratos – de inspiração surrealista, apesar de negar dizendo: “Nunca pintei sonhos e sim minha própria realidade”. Ficou nos Estados Unidos até 1934. São dessa época, as telas a seguir:
Retorno ao México
Em 1934, o casal retornou ao México. Frida sofre mais um aborto. Nessa época, teve os dedos do pé direito amputados. Em 1935, Frida e Rivera se separaram. Rivera se relacionou com a irmã de Frida, Cristina. Logo depois, Frida e Rivera voltaram a viver juntos. Em 1936, Frida passou por nova cirurgia no pé e sofreu com fortes dores na coluna. Mesmo debilitada, continuava pintando. É dessa época a obra "Meus avós, meus pais e eu".
Em 1937, Frida conheceu Leon Trotski, que se refugiou em sua casa em Coyoacán, no México, junto com sua esposa Natália Sedova. Em 1939, Frida e Rivera se separaram definitivamente e Frida declarou: “Diego, houve dois grandes acidentes na minha vida: o ônibus e você. Você sem dúvida foi o pior deles”. Em 1939, já separada do marido, Frida expôs em Nova Iorque e em Paris. Nessa época entrou em contato com Pablo Picasso e Wassily Kandinsky. O Museu do Louvre adquiriu um de seus autorretratos.
Apesar de passar por diversas cirurgias e usar um colete de gesso em consequência do acidente, Frida não parou de pintar. Sua obra recebeu influência da arte indígena mexicana. Pintava paisagens mortas e cenas imaginárias. Usava cores fortes e vivas, explorando principalmente os autorretratos. Frida Kahlo era também aficionada por fotografia, hábito que herdou de seu pai e do seu avô materno, ambos, fotógrafos profissionais. Entre outras obras destacam-se:
Deprimida, viveu os últimos anos de sua vida na Casa Azul, no México. O reconhecimento que a faria suplantar a fama do marido e tutor veio nos anos 80, com a publicação do livro "Frida - A Biografia", de Hayden Herrera.
Frida Kahlo faleceu, de uma embolia pulmonar, em Coyoacán, no México, no dia 13 de julho de 1954. Em 1958, a Casa Azul passou a abrigar um museu em homenagem à pintora.
Saiba mais sobre a pintora clicando no link:
Frida Kahlo
Dilva Frazão
É bacharel em Biblioteconomia pela UFPE e professora do ensino fundamental. https://www.ebiografia.com/
27 de junho de 2024
A história por trás da foto mais emblemática da luta para erradicar a pólio na América Latina
Por BBC
Essa foto de um médico de mãos dadas com uma criança foi feita em 1991, no Peru, e simboliza um marco histórico. Tenorio Cortez, hoje com 32 anos, foi a última vítima do poliovírus selvagem (que causa a paralisia infantil) em todo o continente americano.
Mas ainda não estamos fora de risco. A pólio continua paralisando crianças em dois países do mundo: Afeganistão e Paquistão.
17 de outubro de 2023
Osteoporose e Pólio!
A osteoporose é comum nos quadris de sobreviventes da pólio, especialmente aqueles com membros inferiores afetados pela pólio, portanto, é muito importante monitorar a densidade mineral óssea de ambos os quadris e fazer o tratamento adequado, para evitar fraturas de quadril!
A osteoporose é uma condição caracterizada pela deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, levando a redução da massa e fragilidade ósseas. Os principais processos responsáveis pela osteoporose são a baixa aquisição de massa óssea durante a adolescência e a acelerada perda óssea após a sexta década de vida.
10 de outubro de 2023
POLIOMIELITE E SÍNDROME PÓS POLIOMIELITE- SPP (Paralisia infantil)
Secretária da Saúde do Estado de São
O conhecimento desta doença trouxe mudanças nas formas de atendimento a estes pacientes e a necessidade de treinamento e capacitação de profissionais para diagnóstico e tratamento da mesma. Para auxiliar esta tarefa foi elaborado um manual denominado "Síndrome Pós Poliomielite - Orientações para Profissionais de Saúde", com objetivo principal de contribuir para o conhecimento da doença e seu tratamento.
Trata-se de material produzido num processo de interação e cooperação entre a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina, Secretaria de Saúde do Município de São Paulo e Associação Brasileira de Síndrome Pós Poliomielite.
A Síndrome Pós Polio existe !
4)https://sindromepospoliomielite.blogspot.com/
Texto de difusão técnico-científica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo:
Um dos primeiros a estudar a síndrome no Brasil foi o neurologista e Professor da Unifesp Dr. Acary Bulle Oliveira.
Quando trabalhava com para-atletas, nos anos 1990, percebeu que aqueles que haviam sido vítimas de pólio, no auge da carreira, começavam a ter queda de rendimento sem explicação aparente.
"Na literatura quase não havia informação sobre a doença nessa fase".:
