12 de julho de 2026

Martha Ann Lillard a última pessoa a usar o Pulmão de Aço nos Estados Unidos morreu no dia 26 de junho 2026



Martha Ann Lillard (Shawnee, 8 de junho de 1948 – Shawnee, 26 de junho de 2026) foi uma sobrevivente norte-americana de poliomielite que, após a morte de Paul Alexander em 2024, se tornou a última pessoa conhecida que ainda dependia de um pulmão de aço. Contraiu poliomielite em 1953, quando tinha cinco anos de idade.[1]

Biografia

Lillard comemorou o seu quinto aniversário a 8 de junho de 1953, com uma festa no Joyland, um parque de diversões no Kansas. A 17 de junho de 1953, ela acordou com dor de garganta e dor no pescoço. No hospital, foi diagnosticada com poliomielite.[2]

Mais tarde, passou seis meses no hospital, conectada a um ventilador de pressão negativa, informalmente chamado de pulmão de aço, para ajudá-la a respirar. No final, ela optou por usar o pulmão de aço pelo resto da vida, dormindo nele todas as noites.[2] Numa entrevista à NBC News em 2012, ela disse que quando foi colocada no pulmão de aço pela primeira vez, "foi um grande alívio".[3] Diz sobre o ventilador: "é isso que me mantém saudável. É isso que me cura. É isso que me permite respirar no dia seguinte".[4]

No início do século XXI, Lillard ficou presa no seu pulmão de aço quando uma tempestade de gelo atingiu Oklahoma e seu gerador de emergência não ligou, deixando-a presa no aparelho sem aquecimento. Teve dificuldades para ligar para o 911 e descreveu a experiência como "quase como ser enterrada viva, percebe? É muito assustador".[5]

Após a morte de Paul Alexander a 11 de março de 2024, Lillard tornou-se a última pessoa conhecida nos Estados Unidos a ainda depender de um pulmão de aço.[6]

Lillard passou grande parte do seu tempo sozinha. Pintava, via filmes antigos de Hollywood e cuidava dos seus beagles. Procurou o isolamento durante a pandemia de COVID-19, visitando os seus familiares à noite.[1]

Martha Lillard morreu devido a complicações da COVID-19 de longa duração a 26 de junho de 2026, aos 78 anos.[7]


Martha Ann Lillard, considerada a última pessoa nos Estados Unidos a depender de um pulmão de aço para respirar, morreu aos 78 anos

 



Martha Ann Lillard, considerada a última pessoa nos Estados Unidos a depender de um pulmão de aço para respirar, morreu aos 78 anos
O falecimento ocorreu em 26 de junho, mas só foi divulgado nos últimos dias. Segundo a família, a causa da morte foram complicações decorrentes da Covid-19
Moradora de Oklahoma, Martha contraiu poliomielite em 1953, quando tinha apenas cinco anos
A doença provocou uma paralisia quase completa e comprometeu sua capacidade de respirar, tornando necessário o uso do pulmão de aço — equipamento que auxilia a respiração por meio da criação de pressão negativa ao redor do corpo
Na época, a poliomielite ainda causava grandes surtos nos Estados Unidos



16 de junho de 2026

Programa de Reparação em forma de Tratamento Cuidados e Acolhimento para Pessoas que Vivem com a Polio.

Hoje tivemos uma reunião com a Comissão intersetorial de Atenção a Saúde das Pessoas com Patologias para diálogos sobre um Programa de Reparação em forma de Tratamento Cuidados e Acolhimento para Pessoas que Vivem com a Polio. 
Dentre várias demandas falamos sobre a necessidade Urgente da Capacitação dos Profissionais de Saúde em Pós Polio. 
Boa reunião, bons diálogos mas ainda temos muita burrocracias pela frente. 
Se vc teve Polio ou conhece alguem que teve, faça parte de nosso Coletivo de Pessoas que tiveram Polio e nos ajude a lutar pelos nossos Direitos . 
Somos milhares que seguem, ainda...sem os "Especialistas" do SAES. 

No print de tela acima Flavia Costa, Moyses Toniolo, Renata Souza, abaixo Ari Colatti e Arlete Nascimento da Associação G14 de Apoio aos Pacientes com Polio e Pós Polio.
#polio #CNS #HumanizaSUS #SAES #ministeriodasaude 





25 de abril de 2026

Mudar CNH Comum para CNH PcD 2026: O Que NINGUÉM Te Explica

 

Vera Garcia

Mudar CNH Comum para CNH PcD 2026: O Que NINGUÉM Te Explica . Você sabia que é possível mudar CNH comum para CNH PcD em 2026 e garantir mais segurança ao dirigir — além de acesso a benefícios na compra de carro? . Neste vídeo, eu explico de forma simples como funciona a CNH PcD, quem tem direito, quais etapas seguir no Detran e o que realmente é avaliado na perícia médica. . Se você dirige carro automático ou tem alguma limitação física, visual ou auditiva, esse conteúdo pode mudar a forma como você entende seus direitos. . Assista até o final e evite erros que podem atrapalhar seu processo. #cnhpcd #cnhespecial #carropcd #direitospcd


12 de março de 2026

Hipotensão Ortostática ou Postural: umas das principais causas de Pressão Baixa.

 


A hipotensão ortostática (postural) é a queda excessiva da pressão arterial (PA) quando se assume a posição ortostática. A definição consensual envolve queda da pressão sistólica maior 20 mmHg, queda da pressão diastólica acima de 10 mmHg ou ambas. Os sintomas de turvamento, sensação de desfalecimento, tontura, confusão ou escurecimento da visão surgem dentro de segundos a poucos minutos após levantar e regridem rapidamente após se deitar. Alguns pacientes sofrem quedas, síncope e mesmo convulsões generalizadas. O esforço e a alimentação copiosa podem exacerbar os sintomas. Os outros sinais e sintomas associados estão relacionados com a causa. Hipotensão ortostática é a manifestação da regulação anormal da pressão arterial decorrente de várias condições e não constitui doença específica. Evidências cada vez mais sugerem que distúrbios do controle hemodinâmico postural aumentam o risco de doença cardiovascular e mortalidade por todas as causas.
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Normalmente, o estresse gravitacional ao se levantar repentinamente faz com que o sangue (½ a 1 L) se acumule nas veias das pernas e do tórax. A diminuição transitória subsequente do retorno venoso reduz o débito cardíaco e, assim, a pressão arterial. Em resposta, os barorreceptores no arco aórtico e no seio carotídeo ativam os reflexos autônomos para retornar rapidamente a PA ao normal. O sistema nervoso simpático aumenta a frequência cardíaca e a contratilidade, além de aumentar o tônus vasomotor dos vasos de capacitância. A inibição parassimpática (vagal) simultânea também aumenta a frequência cardíaca. Na maioria dos indivíduos, alterações na pressão arterial e frequência cardíaca ao se levantar são mínimas e transitórias e não provocam sintomas.
Com a manutenção da posição ortostática, a ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona e a secreção de vasopressina (antidiuretic hormone [ADH]) causam retenção de sódio e água, aumentando o volume sanguíneo circulante.
Os pacientes que necessitam de repouso prolongado no leito devem sentar-se todos os dias e, se possível, fazer exercícios no leito. Os pacientes devem levantar-se lentamente da posição supina ou sentada, consumir volume adequado de líquido, limitar ou evitar consumo de álcool e, quando factível, realizar exercícios regularmente. Exercícios regulares e de intensidade moderada favorecem o tônus vascular de ponta a ponta e reduzem a congestão venosa. Os pacientes idosos devem evitar o ortostatismo prolongado. Dormir com a cabeceira do leito elevada pode aliviar os sintomas, promovendo retenção de sódio e reduzindo a diurese noturna. Em geral, pode-se prevenir hipotensão pós-prandial reduzindo a quantidade e o teor de carboidratos das refeições, minimizando o consumo de álcool e evitando levantar repentinamente após as refeições. As meias elásticas ajustadas até a cintura podem aumentar retorno venoso, débito cardíaco e pressão arterial após ortostatismo. Em casos graves, os trajes infláveis antigravidade semelhantes aos dos pilotos, embora pouco tolerados, podem ser necessários para produzir contrapressão adequada em pernas e abdome.
O aumento da ingestão de sódio e água pode expandir o volume intravascular e diminuir os sintomas. Na ausência de insuficiência cardíaca ou hipertensão, pode-se incrementar a ingestão de sódio diário em 6 a 10 g, liberando alimentos salgados ou ingestão de comprimidos de cloreto de sódio. Essa abordagem tem risco de insuficiência cardíaca, particularmente em pacientes idosos e em pacientes com função miocárdica prejudicada; o desenvolvimento de edema dependente sem insuficiência cardíaca não contraindica a continuidade dessa abordagem.


Dr. Cotta Junior Especialista em Cardiologia (RQE Nº: 4559) e Medico de Família e Comunidade (RQE Nº: 2157) com título reconhecido pela Associação Médica Brasileira - AMB. 


5 de dezembro de 2025

JONAS SALK O CRIADOR DA VACINA CONTRA POLIOMIELITE

 


O verão de 1952 foi o verão em que os pais desaprenderam a respirar.

Naquele ano, cerca de 57 mil crianças americanas contraíram poliomielite.
Os parques silenciaram.
As piscinas esvaziaram.
Os cinemas apagaram suas luzes por falta de público.
Dentro de casa, janelas fechadas, mães e pais tentavam erguer muralhas invisíveis contra um inimigo que chegava sem avisar — e que podia transformar um corpo infantil em um campo de batalha contra si mesmo.

Nos hospitais, fileiras de pulmões de aço compunham uma música mecânica e assombrosa.
Cilindros metálicos respiravam por crianças que já não conseguiam fazê-lo por conta própria.
Algumas sairiam dali.
Outras jamais deixariam aquela cápsula.
E enquanto o país inteiro prendia o fôlego, em um laboratório subterrâneo em Pittsburgh, Jonas Salk corria contra o tempo — e contra a morte.
Filho de imigrantes judeus russos, criado em um bairro modesto do Bronx, Salk cresceu ouvindo da mãe uma frase que moldaria sua vida:
“Você deve parecer que pertence, mesmo quando disserem que não.”

Ele foi o primeiro da família a entrar na universidade. Escolheu a ciência em vez da clínica.
“Por quê?”, perguntou a mãe.
“Porque não quero ajudar um paciente de cada vez”, respondeu.
“Quero ajudar milhões.”

Em 1952, Salk ousou propor o impossível: uma vacina feita com o vírus morto.
Colegas desconfiavam. Alguns o chamavam de imprudente.
Mas Salk havia percebido um detalhe decisivo:
as crianças que sobreviveram à pólio jamais adoeciam de novo.

O corpo se lembrava do inimigo.
Se pudesse ensinar essa memória ao sistema imunológico — sem o risco da doença — talvez pudesse mudar o mundo.
A teoria precisava de coragem.
E coragem, às vezes, veste o rosto da loucura.

Em 2 de julho de 1953, Salk tomou uma decisão que hoje seria impensável:
injetou a si mesmo com sua vacina experimental.
Depois, à esposa, Donna.
Depois, aos filhos — Peter, de 9 anos; Darrell, de 6; Jonathan, de 3.
Colegas murmuravam pelos corredores:
“Louco.”
“Gênio.”
“Ou os dois.”
Por semanas, ele observou seus filhos com o coração apertado.
Nenhuma febre. Nenhum sinal.
Apenas anticorpos.
Funcionara.
Mas três crianças eram uma gota num oceano.
Era preciso testar milhares.
E assim, em 26 de abril de 1954, na Escola Franklin Sherman, Virgínia, o pequeno Randy Kerr, 6 anos, arregaçou a manga e se tornou o primeiro voluntário do maior estudo médico da história.
Depois dele, vieram 1,8 milhão de crianças — os “Polio Pioneers”, orgulhosos de seus distintivos.
Os pais assinavam formulários com mãos trêmulas. Igrejas faziam vigílias.
Um país inteiro esperava.

Salk, exausto, emagrecido, dormindo pouco, vivia atormentado:
E se tivesse cometido um erro irreparável?
Cada febre em qualquer criança do estudo parecia um golpe na sua consciência.

Então, 12 de abril de 1955 — exatamente dez anos após a morte de Franklin D. Roosevelt — os resultados foram anunciados:
“Seguro. Eficaz. Potente.”
O auditório explodiu.
Sinos tocaram em várias cidades.
Lojas fecharam espontaneamente.
Pais choraram abraçados aos filhos.
Horas depois, perguntaram a Salk quem detinha a patente.
Ele respondeu:
“O povo, eu diria. Sem patente. Como se pode patentear o sol?”
E com essa frase, ele abriu mão de uma fortuna incalculável — e entregou ao mundo sua arma contra o terror.
O efeito foi imediato:
– Em 1961, os casos caíram mais de 90%.
– Em 1979, a poliomielite foi eliminada nos EUA.
– Em 2023, persistia apenas em dois países.
– Cerca de 18 milhões de pessoas que teriam ficado paralisadas podem caminhar hoje.
– Centenas de milhares de vidas foram salvas.

Salk nunca recebeu o Prêmio Nobel.
Mas recebeu algo que poucos ganham:
a visão de crianças correndo por parques onde antes só havia medo.
Quando perguntado o que queria escrito em sua lápide, respondeu:
“Preferia que ela ficasse em um parque. Onde brincam as crianças que não pegaram poliomielite. Isso é suficiente.”
E assim, em um depósito em Atlanta, repousa hoje um dos últimos pulmões de aço — relíquia de um inimigo vencido.
Vencido porque um homem decidiu arriscar tudo — até a própria família — para proteger milhões de outras.
Ele poderia ter sido o cientista mais rico da história.
Preferiu ser algo infinitamente mais raro:
indispensável.
Da próxima vez que alguém disser que uma única pessoa não muda o mundo, conte sobre o verão de 1952, quando o medo encheu o ar…
e sobre Jonas Salk, o homem que decidiu dar o sol à humanidade.
Fonte:  Estudos Históricos
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24 de outubro de 2025

Lembram-se da POLIOMIELITE ?

Quando falamos em Pólio (poliomielite ou paralisia infantil) dispara na memória as piscinas fechadas de natação, as campanhas contra a Paralisia Infantil, Franklin D. Roosevelt e a cidade de Warm Springs, os amigos de infância que usavam órteses nas pernas e dos Drs. Jonas Salk e Albert Sabin.

A poliomielite é uma das imunizações recomendadas na lista preparada pelos Centros Americanos de Controle e Prevenção de Doenças e por muitos ministérios de saúde ao redor do mundo.

A poliomielite é uma doença que, provavelmente, remonta a data de 1600 a.C., de acordo com achado arqueológico, Estela Egípcia de Ruma, considerado pelos estudiosos o documento mais antigo da poliomielite, que apresenta a figura de um homem com atrofia e acentuado encurtamento do membro inferior direito.

É causada por um vírus e ainda é endêmica em alguns países do mundo.





Você já ouviu falar sobre os Efeitos Pós- Pólio?


No final de 1970, as pessoas que haviam contraído pólio relataram dois problemas para Gini Laurie, fundador da revista Gazzete Rehabilitation, que foi o nome anterior da Post- Polio Health International. Os sobreviventes das grandes epidemias do final dos anos 40 e início dos anos 50 “cansavam-se com mais facilidade.” Pelo fato deles terem sido reabilitados com sucesso 35 anos antes, eles não conseguiam encontrar os profissionais da saúde que se lembravam da pólio ou compreendiam suas conseqüências a longo prazo.

Laurie entrou em ação e buscou os mais dedicados médicos que dirigiam os centros respiratórios para pólio nos anos 50. Muitos haviam assumido outros cargos; muitos haviam se aposentado. Sua implacável rede de comunicação produziu uma conferência em Chicago, em 1981. O encontro reuniu 120 pacientes pós-pólio, profissionais da saúde e investidores para ajudarem a responder à pergunta: “O que aconteceu com o paciente de Pólio? ”

Hoje, o Post- Polio Health International continua o seu networking entre a comunidade pós-pólio através de seus sites abrangentes – www.polioplace.org e www.post-polio.org, – boletins, conferências e seus Fundos de Pesquisa.


Veja mais clicando no Link: 




Dia Mundial da Poliomielite: vacinação é a principal forma de prevenção

 Agência SP

Publicado em 24/10/2025 - 11:31

Nesta sexta-feira (24), é celebrado o Dia Mundial de Combate à Poliomielite. Conhecida também como paralisia infantil, a doença é provocada por um vírus altamente contagioso, capaz de causar paralisia permanente e, em casos mais graves, levar à morte.

A transmissão ocorre principalmente pela via fecal-oral, mas também pode acontecer por meio de gotículas de saliva, água ou alimentos contaminados. A vacinação é a forma mais eficaz e indispensável de prevenção.

Até julho deste ano, a cobertura vacinal contra a poliomielite no Estado de São Paulo é de 81,5%. Nos anos anteriores, os índices foram de 92,8% em 2024; 90,1% em 2023; 77,1% em 2022; 74,4% em 2021; e 82,3% em 2020.

Comparado a 2022, quando a cobertura vacinal foi de 77,1%, os resultados obtidos em 2023 e 2024 mostram um avanço significativo, com elevação de 16,9% em 2023 e de 20,3% em 2024, aproximando o Estado da meta de 95% de imunização.


Campanha de Multivacinação segue até dia 31

Durante o mês de outubro, o Governo do Estado realiza a Campanha de Multivacinação, que segue até o dia 31. A ação oferece todas as vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, entre elas: BCG, hepatite B, penta, poliomielite inativada, rotavírus, pneumocócica 10-valente (conjugada), meningocócica C e ACWY (conjugadas), influenza, Covid-19, febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), varicela, DTP, hepatite A e HPV.

Aumento na cobertura vacinal do calendário básico

Em 2024, com o suporte do programa IGM SUS Paulista, três imunizantes superaram a meta de cobertura vacinal no estado, quando comparado com 2022. A cobertura da vacina BCG, que protege contra as formas graves da tuberculose , foi de 82,2% para 94,8%% . No caso da vacina contra rotavírus, a cobertura foi de 77,2% para 91,1% . Já a tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola, aumentou de 78,4% para 99,2%.

24 de Outubro - Dia de Combate à poliomielite.



Esse dia não é apenas sobre lembrar a poliomielite, mas sobre honrar a força de quem a enfrentou. 
Cada sobrevivente carrega em si a história de um mundo que mudou graças à resistência, à coragem e à voz de quem nunca desistiu. 
Os avanços da ciência e a erradicação em tantos países, só foram possíveis porque os sobreviventes da Pólio, transformaram dor em esperança e luta em conquista. 
Que o dia 24 de Outubro, nos inspire a continuar combatendo não só o vírus, mas também o preconceito, o esquecimento e a falta de visibilidade. 
Hoje celebramos vidas que venceram a Pólio, que escreveram com coragem sua própria história.

Nós ainda estamos aqui!
Instituto Giorgio Nicoli




30 de junho de 2025

Síndrome Pós-Pólio - Ligado em Saúde

 


Ligado em Saúde - Síndrome Pós-pólio: recentemente se descobriu que existe uma síndrome pós-pólio, que pode atingir quem sofreu com a doença e esta edição do Ligado em Saúde explica como ela acontece e porque há orientações específicas para a síndrome. O programa também descreve os sintomas e os principais desafios para o tratamento.

Para compreender o assunto, a apresentadora Marcela Morato conversa com o neurologista, diretor-médico do Centro de Atenção em Saúde Funcional (CASF), Marco Orsini.


23 de junho de 2025

O Que a Cor da Sua Urina Diz Sobre a Sua Saúde.

 


Você sabia que a sua urina pode dizer muitos mais sobre a sua saúde do que o simples dados sobre a sua hidratação? Confere comigo aqui nesse vídeo!!

Dr. Tiago Guirro Urologista CRM 158121 RQE 79409



Poliomielite - Fisiologia Humana

 



A poliomielite, popularmente conhecida como paralisia infantil é uma doença infecciosa cujo agente causador é o poliovírus. A pólio é altamente transmissível, e os sintomas da poliomielite são geralmente brandos, com raros casos causando a paralisia. 
A poliomielite está erradicada do Brasil e da maior parte dos países, e a erradicação é possivelmente uma questão de tempo. 
A vacina para a poliomielite bem como as melhorias de saneamento básico diminuiu em muito os casos de pólio. Embora a paralisia seja uma sequela pouco frequente em indivíduos que tem pólio, ela é altamente reconhecida e incapacitante. Entenda melhor, a poliomielite no Fisiologia Humana.
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5 de maio de 2025

Aneurisma de aorta abdominal: sintomas / causas / tratamento. Dor na barriga ?

 




⚠️ IMPORTANTE ➤ Nenhuma informação desse vídeo vai substituir uma consulta com um profissional. Todos os vídeos neste canal têm somente caráter de prestar informações para fins educativos. Em casos de dúvidas jamais deixe de procurar o seu médico de confiança.


12 de abril de 2025

People Get Ready (Gente Preparem-se)

 


Produzido por Colette Lush. 
Cover de Curtis Mayfield. 
Duração 3 minutos. 
Traduzido e legendado por END POLIO NOW Santa Catarina.

Pesquise sobre Curtis Mayfiel clicando AQUI. 




Prof. Dr. Acary S.B.Oliveira,II SIP, II Simpósio Internacional de Portugal - Gondomar - Porto

 


Palestra :Protocolo e novidades em atendimentos em pacientes Neuromusculares, II Simpósio Internacional de Portugal - Gondomar - PORTO Realização SPpólio informação e APPRAROS, Associação Portuguesa Pólio e Raros. 

Dia 14/11/2024 das 9h00 as 19h Local Escola de medicina e de Ciência Biomédicas| Auditório do Hospital -Escola Fernando Pessoa, 150, S. Cosme -Cidade Gondomar - Porto - Portugal



10 de abril de 2025

Prof.Dra.Tatiana Mesquita e Silva, II SIP, II Simpósio Internacional de Portugal, Gondomar , Porto.

 


Palestra : Fisioterapia aquatica e atendimento ambulatorial na Síndrome Pós-Pólio. II Simpósio Internacional de Portugal - Gondomar - PORTO Realização SPpólio informaçâo e APPRAROS, Associação Portuguesa Pólio e Raros. 

Dia 14/11/2024 das 9h00 as 19h Local Escola de medicina e de Ciência Biomédicas| Auditório do Hospital -Escola Fernando Pessoa, 150, S. Cosme -Cidade Gondomar - Porto - Portugal


https://sppolio.inf.br/




25 de fevereiro de 2025

Conviver com a Pós-pólio

 


Conviver com a Pós-pólio

Ano Novo: Renovando forças!!!
06/01/2025

O início de um novo ano é uma oportunidade para refletir sobre desafios, conquistas e planos futuros. Para os sobreviventes da poliomielite, que muitas vezes enfrentam as dificuldades da Síndrome Pós Poliomielite (SPP), essa é uma época para renovar a determinação e cultivar a resiliência. A saúde mental e emocional desempenha um papel fundamental, ajudando a lidar com limitações físicas e a encontrar propósito em suas jornadas!

Resiliência: Um Alicerce para Superar a SPP!
Resiliência é a capacidade de se adaptar e superar adversidades. Para sobreviventes da poliomielite, a SPP pode ser uma fonte contínua de desafios, como fraqueza muscular progressiva, fadiga e dor.

Desenvolver resiliência significa:
Aceitar as Limitações: Reconhecer que as condições físicas podem mudar com o tempo, mas isso não define quem você é.

Encontrar Novas Estratégias: 
Ajustar rotinas e buscar terapias que atendam às necessidades atuais.

Cultivar o Otimismo: Focar no que ainda é possível alcançar, em vez de lamentar as perdas.

Determinação: Renovando o Compromisso com o Bem-Estar!
A determinação é essencial para implementar mudanças e buscar melhorias contínuas. Para quem convive com a SPP, isso pode significar:

Estabelecer Metas Realistas: Criar pequenos objetivos diários, como caminhar uma curta distância ou fazer exercícios leves, pode trazer sensação de conquista.

Manter-se Ativo: A prática de atividades físicas apropriadas ajuda a preservar a mobilidade e o bem-estar geral.

Persistir nos Cuidados de Saúde:
Continuar buscando tratamentos e ajustando terapias conforme necessário.

O Papel da Saúde Mental e Emocional
A preocupação com a saúde mental e emocional não é apenas um complemento ao cuidado físico, mas uma parte essencial do processo de enfrentamento. Algumas maneiras de fortalecer o equilíbrio emocional incluem:

Buscar Suporte Psicológico
Terapias como a cognitivo comportamental podem ajudar a lidar com sentimentos de ansiedade, depressão e frustração.
O acompanhamento psicológico é especialmente importante para superar o impacto emocional das limitações físicas.

Praticar a Autocompaixão

Evite julgar-se por não conseguir fazer tudo o que fazia antes. A autocompaixão cria um ambiente interno de aceitação e amor próprio.

Participar de Grupos de Apoio
Compartilhar experiências com outros sobreviventes da poliomielite pode proporcionar conexão, compreensão e troca de estratégias.

Cultivar a Espiritualidade ou Propósito
Muitos encontram força em práticas espirituais ou ao se engajar em atividades significativas, como voluntariado ou hobbies criativos.
Entrar em um novo ano é um convite para redescobrir sua força interior. Resiliência e determinação, aliadas ao cuidado com a saúde mental e emocional, são ferramentas poderosas para melhorar a qualidade de vida. Lembre-se: você não está sozinho nessa jornada. Com apoio, autocompaixão e uma visão positiva do futuro, é possível transformar desafios em oportunidades para crescimento e realização. Que este seja um ano de força renovada e conquistas para todos os sobreviventes da poliomielite!

Fonte: “The Polio Survivors Handbook” de Jeffrey S.
Tradução IGN-
Fonte: Postagem Izabel Santos