Sou portador das Sequelas da Poliomielite. E sabendo dos problemas enquanto PCD criei esse Blog com o objetivo de ajudar essas pessoas na luta pelos seus direitos.
13 de março de 2021
Hospital de Amor (atual nome do Hospital de Câncer de Barretos)
1 de março de 2021
AJUDE O HEMOCENTRO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO! SALVE VIDAS!
26 de janeiro de 2021
RELATOS DOS ALUNOS DE MEDICINA QUE CUIDARAM DE PACIENTES TERMINAIS DE COVID-19-UTI HOSPITAL DAS CLINICAS EM SÃO PAULO
A comunicação desses doentes com seus parentes do lado de fora via celular ou carta de despedida, com a certeza da morte desses doentes nos lembra nosso estado de seres humanos frágeis e dependentes uns dos outros e de Deus...
'Li a carta de despedida do filho para a mãe': os relatos dos alunos de Medicina que cuidaram de pacientes terminais de covid-19
18 de janeiro de 2021
A TRAGÉDIA DA COVID-19 EM MANAUS- AMAZONAS.
Nesta semana, o brasil acompanhou o drama da falta de oxigênio em Manaus. Roberto Cabrini viajou para o Amazonas e mostra, com exclusividade, a situação dentro dos hospitais. São pacientes que lutam pelo direito de respirar.
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19 de novembro de 2020
MORRE PAULO HENRIQUE MACHADO - Ele passou 51 anos "morando" no Hospital das Clínicas em São Paulo.
Homenagem a Paulo Henrique Machado:
Faleceu no dia 18/11/2020
TODOS NÓS DA FAMÍLIA POLIO-AMIGOS ESTAMOS MUITO TRISTES POR CAUSA DA MORTE DE "PAULO HENRIQUE MACHADO", Ele "morou" 51 anos no Hospital das Clinicas em São Paulo,vitima da poliomielite ficou com corpo paralisado e respirava com ajuda de aparelhos, necessitando portando de serviços de UTI para continuar vivendo.
Ele vai fazer muita falta por causa da sua linda personalidade, apesar do seu problema tinha sempre um sorriso lindo e de uma inteligência fabulosa.
Assim que possível traremos sua história completa aqui no Blog.
VAI COM DEUS AMIGO DE TODOS.
14 de novembro de 2020
14 DE NOVEMBRO: DIA MUNDIAL DE DIABETES
A diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.
Existem 4 tipos de diabetes:
Os sintomas variam de acordo com cada tipo de diabetes.
Os principais sintomas da diabetes são: fome e sede excessiva e vontade de urinar várias vezes ao dia.
Pacientes com história familiar de diabetes devem:
- Manter o peso adequado;
- Abandonar o cigarro;
- Controlar a pressão arterial;
- Evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas;
- Praticar atividade física regular.
#DiaMundialDoDiabetes
14 DE NOVEMBRO DIA MUNDIAL DO DIABETES. Pacientes com diabetes contam com investimentos e cuidados no SUS
No Dia Mundial de Combate ao Diabetes, o Ministério da Saúde reforça a importância do diagnóstico precoce e do autocuidado para controle da doença.
Prevenção e autocuidado são palavras-chave quando se fala em diabetes. Isso porque, na maioria das vezes, não há manifestação de sintomas ou mal-estar no paciente, acendendo um sinal de alerta para as possíveis complicações de saúde geradas pela doença. Por isso, no Dia Mundial de Combate ao Diabetes, comemorado neste sábado (14/11), o Ministério da Saúde reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado para controle da doença no país.
Causada pela produção insuficiente ou resistência à insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo, a diabetes esteve, em 2018, entre as cinco principais causas de morte no Brasil.
“A Federação Internacional de Diabetes estima que nós tenhamos, no Brasil, em torno de 16,8 milhões de pessoas com a doença. Mas o mais grave é que praticamente metade, 46%, desconhece esse diagnóstico. A gente tem um trabalho muito grande de buscar essas pessoas, porque elas podem, infelizmente, descobrir a doença tardiamente, já inclusive com complicações”, explica a endocrinologista Hermelinda Pedrosa, presidente do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
O atendimento conduzido pela Atenção Primária à Saúde pode evitar hospitalizações e complicações relacionadas à doença. As úlceras nos pés - mais conhecidas como pé diabético - e as amputações de extremidades são as de maior impacto socioeconômico e que afetam a qualidade de vida do paciente com diabetes. A doença também pode provocar problemas arteriais, cardíacos, renais, nos olhos e no sistema nervoso.
Os fatores de risco para diabetes envolvem hereditariedade, obesidade ou excesso de peso e a falta de hábitos saudáveis no dia-a-dia. A melhor forma de prevenir é praticando atividades físicas regularmente, mantendo uma alimentação saudável e evitando consumo de álcool, tabaco e outras drogas.
“Quando você sabe que você tem um fator de risco, como um pai, uma mãe que tem diabetes, ou está aumentando o peso, precisa procurar fazer esse autocuidado preventivo. O diabetes anda de braços dados com a obesidade, a hipertensão arterial e a dislipidemia. Essas doenças juntas colocam o paciente como uma bomba atômica metabólica, caso ele não se cuide”, relata a endocrinologista.
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
Uma gota de sangue, retirada durante um teste rápido na faculdade, foi suficiente para que Vanessa Pirolo recebesse o diagnóstico de diabetes. O ano era 2000 e a então estudante de Jornalismo nem fazia ideia que estava com a doença, já que não apresentava nenhum problema de saúde aparente. Os 20 anos que se seguiram foram marcados pela mudança de hábitos e pelo tratamento regrado para controlar os níveis de açúcar no sangue.
“A primeira coisa que a gente aprende é a questão de olhar os rótulos dos alimentos. É algo super importante que eu não tinha atenção alguma e hoje eu vejo o rótulo para saber os ingredientes e a quantidade de carboidratos, de gordura, em todos os alimentos. A segunda coisa que eu precisei inserir foi a atividade física, hoje eu faço cinco vezes por semana, pelo menos uma hora, uma hora e meia”, conta a jornalista de 39 anos.
Histórias como a de Vanessa se repetem em todo o Brasil, já que a diabetes é considerada uma doença silenciosa. Por isso, é fundamental que o cidadão monitore a sua saúde e procure atendimento médico. Neste ano, o Ministério da Saúde já investiu mais de R$ 221 milhões para aumentar os cuidados às pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, entre elas, a diabetes, na Atenção Primária. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece acompanhamento e tratamento completo, inclusive com distribuição de insulina quando necessário.
“Vocês precisam ter a escolha da vida de vocês, que caminho vocês querem trilhar. Sejam as pessoas recém diagnosticadas ou pessoas que tenham diabetes já há um bom tempinho, que a gente tem como melhorar e tem como fazer o melhor para a gente ser muito feliz”, diz a jornalista, que hoje trabalha para conscientizar a população sobre os cuidados em torno da doença.
DADOS
No Brasil, estima-se que 9 milhões de pessoas que acessam a Atenção Primária têm Diabetes Mellitus (DM), sendo que 35% dessas pessoas estão cadastradas nas unidades de saúde. Em 2019, houve a realização de 11 milhões de consultas para pessoas acometidas por essa doença. No mesmo ano, o número de internações por diabetes foi 136 mil, gerando um custo de R$ 98 milhões de reais.
A cada ano observa-se o aumento do número de óbitos causados por essa comorbidade, que chegou a 65 mil óbitos em 2018. O Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) indica que o percentual de pessoas com diagnóstico de diabetes entre as capitais do país e Distrito Federal foi de 6,3% em 2010 e de 7,4% em 2019.
TIPOS DE DIABETES
Diabetes tipo 1: doença crônica hereditária, que concentra entre 5% e 10% do total de diabéticos no Brasil. Cerca de 90% dos pacientes diabéticos no Brasil têm esse tipo. Ele se manifesta mais frequentemente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. O tratamento exige o uso diário de insulina para controlar a glicose no sangue.
Diabetes tipo 2: ocorre quando o corpo não aproveita adequadamente a insulina produzida. A causa do diabetes tipo 2 está diretamente relacionado ao histórico familiar, idade superior aos 45 anos, sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão arterial e hábitos alimentares inadequados.
Pré-diabetes: é quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas ainda não estão elevados o suficiente para caracterizar um diabetes tipo 1 ou tipo 2. É um sinal de alerta do corpo, que normalmente aparece em obesos, hipertensos e/ou pessoas com alterações nos lipídios.
Diabetes gestacional: ocorre temporariamente durante a gravidez. As taxas de açúcar no sangue ficam acima do normal, mas ainda abaixo do valor para ser classificada como diabetes tipo 2.
SINTOMAS
Os principais sintomas da diabetes são: fome e sede excessiva e vontade de urinar várias vezes ao dia.
1 de novembro de 2020
25 de outubro de 2020
O QUE É A SIGLA PcD?
24 de outubro de 2020
A DEFICIÊNCIA, APESAR DOS PESARES
(Homenagem de Glaucia Pontes) DIA INTERNACIONAL DE LUTA CONTRA A POLIOMIELITE E A SÍNDROME PÓS PÓLIO - SPP
Medo do diferente, do novo, daquilo que me observa de perto.
Medo do padrão, das beldades que exibiam seus corpos em meu derredor.
Fugia, me encapsulava por detrás das paredes geladas.
Via na solidão o subterfúgio pra evitar a dor,
A dor da feiura explícita,
A avassaladora dor da rejeição.
Passei muito tempo
Ditando regras inteiriças pra minha vida,
Desencastelei muitos sonhos
Dantes mesmo que eles chegassem.
Reprovei ações e reações,
Posterguei a mim mesma
Sem os escrúpulos do amor próprio.
Criei meus albergues vazios
E resfriados pela falta de amor.
Mas o tempo passou,
O horizonte declinou à minha frente,
Descortinou a sutileza da efemeridade.
Entendi que o trem se vai e as estações são inesperadas.
Muitas vezes, ele muda as rotas
E as rugas chegam pra quem nem imaginava,
Os saltos quebram,
Os batons escarlates se desbotam,
Chega a morbidez para as castas ilesas.
Muitas fortalezas sucumbem
Enquanto ossos quebrados se refazem.
Não há certeza no amanhã
Nem dotes ou sedes que durem pra sempre.
O mundo é um novelo multicolor
E nós fazemos parte dele,
Apesar dos pesares.
Em 24.10.2020
9 de outubro de 2020
DEPOIMENTO DE UM GUERREIRA
Foram viagens intermináveis nos braços da minha mãe no balanço do trem, por mais de 10 horas, inúmeras vez.
Passado alguns meses comecei a andar, foi então que a brava guerreira recebeu a confirmação do milagre.
Pois segundo a junta médica informou, estava condenada a viver em uma cama. A poliomielite teria pego as duas pernas.... foram fisioterapias intermináveis feitas pelas mãos habilidosas da minha guerreira.
A vida teve seu curso de batalhas, em 2006 comecei a sentir os terríveis sintomas da síndrome pós polio, uma nova patologia! Desordem neurológica degenerativa, algo muito difícil de aceitar. Mudança total de vida e muitas dores .
Deus enviou um anjo, Dr Acary na Neuromuscular Unifesp, para nos ensinar que toda superação tem seu preço: Poupar a nossa fadiga é o melhor remédio.
A vida segue e vamos aprendendo a conviver com tudo isso. Um pouquinho de mim... dia 24 dia mundial da luta contra a poliomielite.
https://www.facebook.com/vgoulartnobrega
2 de setembro de 2020
ASSOCIAÇÃO G-14 | RNA Em Ação
GUERREIROS- DOENÇAS RARAS
29 de agosto de 2020
Fibromialgia – Definição, Sintomas e Porque Acontece.
Autoria: Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles
A síndrome da fibromialgia (FM) é uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo, principalmente na musculatura. Junto com a dor, a fibromialgia cursa com sintomas de fadiga (cansaço), sono não reparador (a pessoa acorda cansada) e outros sintomas como alterações de memória e atenção, ansiedade, depressão e alterações intestinais. Uma característica da pessoa com FM é a grande sensibilidade ao toque e à compressão da musculatura pelo examinador ou por outras pessoas.
A fibromialgia é um problema bastante comum, visto em pelo menos em 5% dos pacientes que vão a um consultório de Clínica Médica e em 10 a 15% dos pacientes que vão a um consultório de Reumatologia.
De cada 10 pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres. Não se sabe a razão porque isto acontece. Não parece haver uma relação com hormônios, pois a fibromialgia afeta as mulheres tanto antes quanto depois da menopausa. Talvez os critérios utilizados hoje no diagnóstico da FM tendam a incluir mais mulheres. A idade de aparecimento da fibromialgia é geralmente entre os 30 e 60 anos. Porém, existem casos em pessoas mais velhas e também em crianças e adolescentes.
O diagnóstico da fibromialgia é clínico, isto é, não se necessitam de exames para comprovar que ela está presente. Se o médico fizer uma boa entrevista clínica, pode fazer o diagnóstico de fibromialgia na primeira consulta e descartar outros problemas.
Na reumatologia, são comumente usados critérios diagnósticos para se definir se o paciente tem uma doença reumática ou outra. Isto é importante especialmente quando se faz uma pesquisa, para se garantir que todos os pacientes apresentem o mesmo diagnóstico. Muitas vezes, entretanto, estes critérios são utilizados também na prática médica.
Os critérios de diagnóstico da fibromialgia são:
a) dor por mais de três meses em todo o corpo e
b) presença de pontos dolorosos na musculatura (11 pontos, de 18 que estão pré-estabelecidos).
Deve-se salientar que muitas vezes, mesmo que os pacientes não apresentem todos os pontos, o diagnóstico de FM é feito e o tratamento iniciado.
Estes critérios são alvo de inúmeras críticas – como dissemos anteriormente, quanto mais pontos se exigem, mais mulheres e menos homens recebem o diagnóstico. Além disso, esses critérios não avaliam sintomas importantes na FM, como a alteração do sono e fadiga.
Provavelmente o médico pedirá alguns exames de sangue, não para comprovar a fibromialgia, mas para afastar outros problemas que possam simular esta síndrome. O DIAGNÓSTICO DE FIBROMIALGIA É CLÍNICO, NÃO HAVENDO EXAMES QUE O COMPROVEM.
Sintomas
O sintoma mais importante da fibromialgia é a dor difusa pelo corpo. Habitualmente, o paciente tem dificuldade de definir quando começou a dor, se ela começou de maneira localizada que depois se generalizou ou que já começou no corpo todo. O paciente sente mais dor no final do dia, mas pode haver também pela manhã. A dor é sentida “nos ossos” ou “na carne” ou ao redor das articulações.
Existe uma maior sensibilidade ao toque, sendo que muitos pacientes não toleram ser “agarrados” ou mesmo abraçados. Não há inchaço das articulações na FM, pois não há inflamação nas articulações. A sensação de inchaço pode aparecer pela contração da musculatura em resposta à dor.
A alteração do sono na fibromialgia é frequente, afetando quase 95% dos pacientes. No início da década de 80, descobriu-se que pacientes com fibromialgia apresentam um defeito típico no sono – uma dificuldade de manter um sono profundo. O sono tende a ser superficial e/ou interrompido.
Com o sono profundo interrompido, a qualidade de sono cai muito e a pessoa acorda cansada, mesmo que tenha dormido por um longo tempo – “acordo mais cansada do que eu deitei” e “parece que um caminhão passou sobre mim” são frases frequentemente usadas. Esta má qualidade do sono aumenta a fadiga, a contração muscular e a dor.
Outros problemas no sono afetam os pacientes com fibromialgia. Alguns referem um desconforto grande nas pernas ao deitar na cama, com necessidade de esticá-las, mexê-las ou sair andando para aliviar este desconforto. Este problema é chamado Síndrome das Pernas Inquietas e possui tratamento específico. Outros apresentam a Síndrome da Apneia do Sono, e param de respirar durante a noite. Isto também causa uma queda na qualidade do sono e sonolência excessiva durante o dia.
A fadiga (cansaço) é outro sintoma comum na FM, e parece ir além ao causado somente pelo sono não reparador. Os pacientes apresentam baixa tolerância ao exercício, o que é um grande problema, já que a atividade física é um dos grandes tratamentos da FM.
A depressão está presente em 50% dos pacientes com fibromialgia. Isto quer dizer duas coisas: 1) a depressão é comum nestes pacientes e 2) nem todo paciente com fibromialgia tem depressão. Por muito tempo pensou-se que a fibromialgia era uma “depressão mascarada”. Hoje, sabemos que a dor da fibromialgia é real, e não se deve pensar que o paciente está “somatizando”, isto é, manifestando um problema psicológico através da dor.
Por outro lado, não se pode deixar a depressão de lado ao avaliar um paciente com fibromialgia. A depressão, por si só, piora o sono, aumenta a fadiga, diminui a disposição para o exercício e aumenta a sensibilidade do corpo. Ela deve ser detectada e devidamente tratada se estiver presente.
Pacientes com FM queixam-se muito de alterações de memória e de atenção, e isso se deve mais ao fato da dor ser crônica do que a alguma lesão cerebral grave. Para o corpo, a dor é sempre um sintoma importante e o cérebro dedica energia lidando com esta dor e outras tarefas, como memória e atenção, ficam prejudicadas.
Como veremos a seguir, imagina-se que a principal causa dor difusa em pacientes com FM seja uma maior sensibilidade do paciente à dor, por uma ativação do sistema nervoso central. Não é de espantar, portanto, que outros estímulos também sejam amplificados e causem desconforto aos pacientes. A síndrome do intestino irritável, por exemplo, acontece em quase 60% dos pacientes com FM e caracteriza-se por dor abdominal e alteração do ritmo intestinal para mais ou para menos. Além disso, pacientes apresentam a bexiga mais sensível, sensações de amortecimentos em mãos e pés, dores de cabeça frequentes e maior sensibilidade a estímulos ambientais, como cheiros e barulhos fortes.
O que causa a Fibromialgia?
Não existe ainda uma causa única conhecida para a fibromialgia, mas já temos algumas pistas porque as pessoas têm esta síndrome. Os estudos mais recentes mostram que os pacientes com fibromialgia apresentam uma sensibilidade maior à dor do que pessoas sem fibromialgia. Na verdade, seria como se o cérebro das pessoas com fibromialgia estivesse com um “termostato” ou um “botão de volume” desregulado, que ativasse todo o sistema nervoso para fazer a pessoa sentir mais dor. Desta maneira, nervos, medula e cérebro fazem que qualquer estímulo doloroso seja aumentado de intensidade.
A fibromialgia pode aparecer depois de eventos graves na vida de uma pessoa, como um trauma físico, psicológico ou mesmo uma infecção grave. O mais comum é que o quadro comece com uma dor localizada crônica, que progride para envolver todo o corpo. O motivo pelo qual algumas pessoas desenvolvem fibromialgia e outras não ainda é desconhecido.
O que não mais se discute é se a dor do paciente é real ou não. Hoje, com técnicas de pesquisa que permitem ver o cérebro em funcionamento em tempo real, descobriu-se que pacientes com FM realmente estão sentindo a dor que referem. Mas é uma dor diferente, onde não há lesão na periferia do corpo, e mesmo assim a pessoa sente dor. Toda dor é um alarme de incêndio no corpo – ela indica onde devemos ir para apagar o incêndio. Na fibromialgia é diferente – não há fogo nenhum, esse alarme dispara sem necessidade e precisa ser novamente “regulado”.
Esse melhor entendimento da FM indica que muitos sintomas como a alteração do sono e do humor, que eram considerados causadores da dor, na verdade são decorrentes da dor crônica e da ativação de um sistema de stress crônico. Entretanto, mesmo sem serem causadores, estes problemas aumentam a dor dos pacientes com FM, e devem também ser levados em consideração na hora do tratamento.
Sociedade Brasileira de Reumatologia
Sociedade Brasileira de Reumatologia.Si
21 de agosto de 2020
NÓS NÃO DEVEMOS DESISTIR DA NOSSA SAÚDE.
Inicio dos anos 60.
Eu tive pólio com 15 meses de vida, a sequela visível ficou na perna direita, todos os outros membros ficaram saudáveis até os 50 anos de idade.
Segundo ele havia muitas alterações nervosas na perna(Esquerda). Eu perguntei a ele: NÃO SERIA SÍNDROME PÓS POLIO?
E ele respondeu: é difícil afirmar, mas poderia, visto que o exame se mostrava bastante alterado.
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Por um lado eu fiquei feliz, pois o exame de eletroneuromiografia confirmava minhas suspeitas por causa da fraqueza muscular e dores que sinto nessa perna, me levando a tombos sem aviso de que poderia ser portador da SPP, tombos esses que me obrigaram a fazer uso de uma bengala.
Estou cansado de procurar médicos e me recomendarem fisioterapias que no caso da Síndrome Pós Pólio é nocivo e peritos do INSS negarem o caso da SÍNDROME. Uma angustia sem fim...
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Por outro lado fiquei triste, porque tive que iniciar por conta própria o diagnóstico já com atraso para a recuperação caso confirme a SÍNDROME PÓS POLIO e correr o risco de ir para uma cadeira de rodas, pois ficaria com as duas pernas comprometidas.
Dessa forma meus POLIO-AMIGOS, meu conselho é esse: peça a seu médico, todos os exames desde Ressonância Magnética, RX e eletroneuromiografia etc, porque nós não podemos desistir da NOSSA SAÚDE.





