20 de janeiro de 2023

Alimentação para ÁCIDO ÚRICO alto e Links Sites Tua Saúde.

 







A Tatiana diz tudo o que você precisa saber para baixar o ácido úrico e diminuir assim também as chances do possível aparecimento de crises de gota. Por isso, se no seu exame de sangue aparece ácido úrico elevado, entenda o que deve e não deve comer nesta reedição, focada apenas na redução do ácido úrico no sangue, com mudanças de hábitos alimentares.



18 de janeiro de 2023

10 MELHORES VITAMINAS PARA A MEMÓRIA e SAÚDE DA MENTE | 1 ÚNICO SUPLEMENTO PODE EVITAR a DEMÊNCIA?

 



⚠️ AVISO LEGAL ❤️ Trata-se de um vídeo meramente educativo, objetivando instruir a população sobre diversos assuntos que envolvem a medicina e saúde em geral. ❤️ As informações contidas nos vídeos não têm o intuito de substituir a consulta médica ou servir como recomendação para qualquer plano de tratamento. Em caso de dúvidas procure o seu médico. ❤️ A Medicina é uma ciência em constante mudança, os vídeos são produzidos baseados nos Artigos Científicos mais recente até a data. 🔴 De acordo com Art. 8º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Médica, os vídeos têm somente caráter de prestar informações de fins estritamente educativos. 🔴 De acordo com Art. 9º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Médica § 1º “E ”, não são divulgados endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço. 🎯https://cardiodf.com.br

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4 de janeiro de 2023

UMA ÓTIMA NOTÍCIA PARA QUEM TEM ARRITMIA CARDÍACA. TEM CURA?

Arritmia cardíaca tem cura?

Quais os sintomas da arritmia cardíaca? Como curar de uma arritmia cardíaca? Estamos em Indaiatuba - SP!

 

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7 ERROS QUE VOCÊ COMETE AO MEDIR A PRESSÃO EM CASA- E COMO MEDIR CORRETAMENTE?



ERROS QUE VOCÊ COMETE AO MEDIR A PRESSÃO.
VOCÊ COMETE ESSES ERROS AO MEDIR SUA PRESSÃO? VEJA SE VOCÊ FAZ ESSES ERROS QUANDO VAI MEDIR SUA PRESSÃO. 

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7 de novembro de 2022

Até os gatos usavam máscaras antigamente- Pandemia da gripe de 1918 – 1919 "gripe espanhola"



Isso mesmo: não somos os primeiros a usar máscaras durante uma pandemia! 

A pandemia da gripe de 1918 – 1919, ou "gripe espanhola", que matou mais de 50 milhões de pessoas, incluiu algumas características da nossa pandemia atual — incluindo o fechamento de lojas e escolas, obrigatoriedade de máscaras, quarentena e a eventual implantação de inoculações. 
As máscaras se tornaram obrigatórias quando a gripe espanhola chegou à Califórnia, e a recusa em usar uma máscara podia resultar em multa ou prisão.

Com o mundo ainda envolvido na Primeira Guerra Mundial, os mandatos de máscara foram levados a sério em 1918, como evidenciado nessa foto de família onde até o gato estava usando uma minúscula máscara para gatos.


Veja mais:


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Veja mais fotos históricas nunca vistas guardam detalhes que não conhecíamos, clique no link:



26 de setembro de 2022

Entrevistada pelo Dr. Dráuzio Varella (Fantástico) Filomena Petcov que foi vítima do vírus da poliomielite, relata sua luta contra as sequelas da doença e agora enfrenta uma nova guerra: A Síndrome Pós Pólio.

 


"Segue a entrevista para o Fantástico sobre a importância da vacinação infantil. 
Expliquei sobre a "Síndrome Pós Pólio" ainda pouco divulgada e que está acontecendo com a maioria dos que tiveram Pólio no passado. 
Infelizmente o tempo foi curto, mas consegui dar o recado principal."



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ENTREVISTA NA RECORD DE FILOMENA PETCOV SOBRE PALIOMIELITE

 


Segue a entrevista q dei pra Record sobre o baixo índice de vacinação da Poliomielite..
Vacinar é um ato de amor..



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22 de setembro de 2022

DIA NACIONAL DE LUTA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: 21 DE SETEMBRO

No dia 21 de setembro, é comemorado, no Brasil, o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência.

Essa data foi oficializada em 2005 pela Lei Nº 11.133, entretanto, já era comemorada desde o ano de 1982.

O 21 de setembro foi escolhido porque está próximo do início da primavera, estação conhecida pelo aparecimento das flores. Esse fenômeno representaria o nascimento e renovação da luta das pessoas com deficiência.

Assim sendo, a nossa luta deve ser constante, e o dia de hoje é uma oportunidade para demonstrar força na busca pelos nossos direitos.

11 de setembro de 2022

‘Temos um débito enorme com as pessoas que tiveram poliomielite no passado’, diz neurologista Dr. Acary Souza Bulle Oliveira da Unifesp


Recentemente, os sobreviventes da pólio se viram obrigados a assumir o papel de ativistas pela vacinação. Eles são unânimes em dizer que a queda recente na cobertura vacinal coloca em risco toda uma geração de bebês que, caso o vírus retorne ao Brasil, podem sofrer com os mesmos problemas para o resto de suas vidas.

Nesta semana, o Ministério da Saúde anunciou a prorrogação da campanha de multivacinação, destinada a garantir doses atrasadas de dez imunizantes diferentes para crianças de cinco a 14 anos, e da vacina em gotinhas contra a pólio para as crianças de um a quatro anos.

Entre 8 de agosto e 9 de setembro, a campanha multivacinação já aplicou 908 mil doses contra a pólio no Estado de São Paulo, o que representa apenas 38,3% do público-alvo, segundo um balanço divulgado na noite desta sexta-feira (9) pela Secretaria Estadual da Saúde (SES-SP).

A pasta afirmou ainda que outras 503 mil crianças e adolescentes de cinco a 14 anos (8% dos mais de 9 milhões de paulistas nessa faixa etária) compareceram aos postos de vacinação, e cerca de 290 mil tomaram alguma das outras dez vacinas disponíveis.

Segundo o neurologista, além da medicina, foi para atender as crianças que acabaram permanentemente acamadas que foi inventada a primeira documentação de slide no teto, o primeiro carro adaptado, as leis de acessibilidade e o esporte adaptado.

"Tudo que estamos vendo aqui hoje, do ponto de vista de acessibilidade e de leis e de facilidade para ao dia a dia, tem a ligação com a poliomielite", diz Oliveira. 
"Não podemos, de jeito nenhum, em homenagem a essas pessoas, deixar que a poliomielite retorne. 
Portanto, vocês pais, mães, avós, não deixem a pólio voltar. Vacinem, vacinem, vacinem."

LEIA MAIS NA REPORTAGEM G1 AQUI


Diretrizes de Atenção à Reabilitação da pessoa com Síndrome Pós-Poliomielite e Co-morbidades- Ministério da Saúde.

O objetivo desta diretriz é oferecer orientações às equipes multiprofissionais para o cuidado à saúde da pessoa com Síndrome Pós-Poliomielite nos diferentes pontos de atenção da Rede de Cuidados à Pessoa com deficiência.

Espera-se que as Diretrizes de Atenção à Reabilitação da pessoa com Síndrome Pós-Poliomielite e Co-morbidades contribua para a construção, mensuração e a manutenção de sua saúde plena,bem como o desenvolvimento da sua autonomia e desenvolvimento social.

Deseja-se em última análise que o trabalho dos vários profissionais de saúde em conjunto com a comunidade se concretize em uma vida digna, saudável e plena.


Leia mais clicando AQUI.


SÍNDROME PÓS PÓLIO NO CID-10 CÓDIGO G-14. NO CID-11 O CÓDIGO MUDARÁ PARA 8B62

G-14 é o número da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) da OMS que identifica a Síndrome Pós-Pólio.

Quando (ou se) o governo brasileiro vier a adotar a CID-11, aprovada em 2019, o código mudará para 8B62

20 de julho de 2022

Os pequenos descansos que ajudam cérebro a aprender coisas novas

 


Para aprender algo novo, é preciso praticar, praticar, praticar, diz o senso comum — aquela ideia de que "a prática leva à perfeição". . Mas uma série de estudos científicos vem apontando que a prática incessante pode não ser o jeito mais eficiente de aprender uma nova habilidade: o cérebro precisa de descansos para consolidar o conhecimento recém-adquirido e transformá-lo de uma memória transitória para uma memória duradoura. . E uma das descobertas mais recentes é de que pequenas pausas intercaladas com a prática da atividade levam a grandes ganhos de aprendizado: o cérebro aproveita essas pausas para fazer um "replay" mental superveloz do que acabou de aprender, reforçando a habilidade recém-adquirida. . Esses pequenos intervalos podem ser particularmente produtivos para o cérebro de quem pratica novos movimentos minuciosos e repetitivos, como atletas ou músicos. Mas os cientistas esperam usar esse conhecimento também para ajudar pacientes vítimas de derrames. . Neste vídeo, a repórter Paula Adamo Idoeta detalha as descobertas do pesquisador brasileiro Leonardo Claudino, coautor de um estudo sobre esse assunto nos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos. O estudo dele está: AQUI

A reportagem completa está aqui AQUI

E este é o link do vídeo citado, sobre "Aprendendo a Aprender": CLIQUE AQUI



18 de julho de 2022

Poliomielite, filantropia e fisioterapia: o nascimento da profissão de fisioterapeuta no Rio de Janeiro dos anos 1950

Fonte: Scielo-Brasil: Ciência & Saúde Coletiva.

Resumos

As epidemias de poliomielite no país e especialmente no Rio de Janeiro deixaram centenas de crianças com sequelas durante os anos 1950. 
O clamor social diante da epidemia de poliomielite, as matérias na imprensa e a associação de médicos experientes a empresários, industriais, banqueiros e familiares das vítimas de poliomielite criaram as condições para o surgimento de uma entidade filantrópica de luta contra a paralisia infantil. 
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A Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) foi fundada em 1954 e, dois anos depois, criou a Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro (ERRJ), a primeira instituição a formar fisioterapeutas em nível superior no país. 
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Este artigo realiza uma análise sociohistórica da profissionalização da fisioterapia no Rio de Janeiro, ao longo do processo de criação e reconhecimento da ERRJ. 
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Ao final, conclui-se que a epidemia de poliomielite teve papel central na criação da Escola de Reabilitação e que esta instituição, por sua vez, influenciou fortemente no reconhecimento e na profissionalização da fisioterapia no país.

Fisioterapeuta; Fisioterapia; Poliomielite; ABBR; ERRJ; Reabilitação

LEIA MAIS AQUI


MEDO DO ALZHEIMER? Sentimento de sobreviventes da pólio

Pergunta de um sobrevivente da pólio:

“Quando estou muito cansado ou estressado, esqueço totalmente a palavra que vou usar. Estou com medo. Estou contraindo a doença de Alzheimer?”

Resposta do Dr. Richard Bruno:
“Não. Você está enfrentando dificuldades para encontrar palavras, um problema para sobreviventes da pólio que não tem nada a ver com perda de memória ou doença de Alzheimer.
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Em nossa Pesquisa Nacional de 1990, 79% dos casos de pólio os sobreviventes relataram dificuldade em "lembrar das palavras que queriam dizer". Trinta e sete por cento relataram frequentes, dificuldade moderada a severa para encontrar palavras.
Sobreviventes da pólio têm dificuldade em nomear objetos e às vezes até pessoas que conhecem bem. Nossos resultados indicaram que a dificuldade de encontrar palavras não estava associada à dificuldade de memória ou pensamento - sintomas da Doença de Alzheimer - mas estava relacionada a problemas de concentração, um sintoma característico da fadiga pós-pólio.
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Também descobrimos que a dificuldade em encontrar palavras e focar a atenção estava relacionada aos sobreviventes da pólio.
Cérebros produzindo menos dopamina. Baixa dopamina é a causa da doença de Parkinson, e descobrimos que dificuldade de encontrar palavras foi idêntica em ambos os sobreviventes da poliomielite e pacientes de Parkinson, embora os sobreviventes da pólio não experimentassem o tremor e a rigidez do Parkinson.
Em 1996, publicamos um estudo mostrando que a bromocriptina, uma droga que substitui a dopamina, reduziu a busca de palavras, problemas de atenção e fadiga em sobreviventes da pólio.
No entanto, não é necessária medicação para tratar a dificuldade de encontrar palavras ou qualquer sintoma de SPP. Reduzir o estresse físico e emocional diminui todos os sintomas da SPP. Portanto, não se preocupe se você tem a doença de Alzheimer.
Se você está tendo problemas para lembrar de uma palavra que você quer dizer, tente "conversar" sobre a palavra descrevendo o que você está tentando nomear.
Fonte:
Dr. Richard L. Bruno, HD, PhD, é psicofisiologista clínico e de pesquisa, formado no New York State Instituto Psiquiátrico e começou a estudar as sequelas pós-pólio (SPP) e tratar sobreviventes da pólio em 1982, quando ele era o membro do Departamento de Reabilitação de Medicina, Faculdade de Médicos e Cirurgiões da Universidade de Columbia.


9 de julho de 2022

Prof. Dr. Acary Souza Bulle Oliveira

 


Prof. Dr. Acary Bulle Oliveira possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (1981), mestrado em Neurologia / Neurociências pela Universidade Federal de São Paulo (1988), doutorado em Neurologia / Neurociências pela Universidade Federal de São Paulo (1990) e pós-doutorado na Columbia University de Nova Iorque/ EUA. 
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Atualmente é coordenador do Setor de Investigação em Doenças Musculares da Unifesp, atuando principalmente nos seguintes temas: dor, síndrome pós-Poliomielite, antroposofia, musculo e doença neuromuscular. 

Em 2021 foi agraciado com o Troféu Coruja de Ouro concedido pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN) a neurologistas que tenham contribuído para o desenvolvimento e engrandecimento da Neurologia Brasileira em qualquer de suas vertentes e cuja contribuição ultrapassou o âmbito estadual. 




OS EFEITOS DO FRIO NOS SOBREVIVENTES DA PÓLIOMIELITE


Dr. Richard L. Bruno, HD, PhD
Diretor, Centro Internacional de Educação da Pólio.


Os sobreviventes da pólio são extremamente sensíveis às mudanças de temperatura. 
Em temperaturas meramente frias, a maioria
sobreviventes da pólio relatam que seus pés sempre estiveram frios ao toque, sua pele de uma cor arroxeada.
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No entanto, à medida que os sobreviventes da pólio envelhecem, 50% relatam "intolerância ao frio" e que seus membros tornam-se mais sensíveis à dor à medida que a temperatura diminui (Owen, 1985). 
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Frio foi relatado para causa fraqueza muscular em 62% dos sobreviventes da pólio, dor muscular em 60% e fadiga em 39% (Bruno & Frick, 1987).
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Quando os sobreviventes da pólio foram resfriados em nosso laboratório de 86°F a 68°F, os nervos motores funcionavam como se estivessem a 50°F e os sobreviventes da poliomielite perderam 75% de sua força muscular da mão (Bruno, et ai., 1985a).
Embora durante o mesmo estudo os sobreviventes da poliomielite fossem duas vezes mais sensíveis à dor como aqueles sem poliomielite, nenhum aumento na sensibilidade à dor foi observado em temperaturas mais baixas (Bruno, etai., 1985b).
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A razão pela qual os sobreviventes da pólio têm tantos problemas com o frio é que as partes do sistema nervoso central que deveriam controlar a temperatura corporal foram prejudicados pelo poliovírus. 
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No cérebro o hipotálamo(o" computador automático" que controla o ambiente interno do corpo) foi danificado pela poliovírus, incluindo o "termostato" do corpo e a área do cérebro que informa aos vasos sanguíneos para constrição (Bodian, 1949). 
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Na medula espinhal, os nervos que carregam a mensagem do cérebro que diz os capilares da pele que se contraem quando está frio também foram mortos pelo poliovírus (Bodian, 1949).
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Assim, os sobreviventes da poliomielite são incapazes de impedir que o sangue quente flua para a superfície da pele à medida que o
temperatura externa cai. 
Isso permite a perda de calor do sangue próximo à superfície da pele e faz com que os membros esfriem. 
Quando os membros esfriam, as artérias transportam sangue para a pele e as veias que
devem levar o sangue para fora da pele estreita, passivamente, à medida que esfriam, prendendo o sangue venoso azul em capilares e fazendo com que os pés fiquem azuis e fiquem ainda mais frios. A pele fria arrepia nervos motores, fazendo com que eles conduzam mais lentamente e sejam menos eficientes em fazer os músculos contrato. 
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O frio também esfria tendões e ligamentos (imagine colocar um elástico no freezer)
tornando o movimento dos músculos fracos mais difícil. Como os sobreviventes da pólio sabem, leva horas sob um cobertor elétrico ou um banho longo e quente para aquecer as pernas frias e recuperar as forças.
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No entanto, quando os sobreviventes da pólio tomam banho quente, os vasos sanguíneos fazem exatamente o oposto do que fazem no frio.
Os pés e as pernas da pólio tornam-se vermelhos brilhantes à medida que as artérias e veias relaxam e o sangue corre para o pele. 
Então, quando os sobreviventes da pólio se levantam para sair da banheira, eles podem se sentir tontos ou até desmaiar como sangue
acumula em suas pernas e faz com que sua pressão arterial caia (ver Bruno, 1997). 
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O acúmulo de sangue em os pés também explica por que os pés dos sobreviventes da pólio incham com o calor, inchaço que aumenta à medida que fica mais velho. 
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E o calor corporal dos sobreviventes da poliomielite que perde facilmente o calor explica por que eles têm um aumento nos sintomas,
especialmente dores musculares induzidas pelo frio, à medida que as estações mudam, especialmente do verão para o inverno.
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Os sobreviventes da pólio precisam se vestir como se estivesse 20°F mais frio do que a temperatura externa. Eles precisam vestir-se em camadas e usar meias de retenção de calor ou roupas íntimas feitas de polipropileno (comercializado como Gortex ou Thinsulate) que deve ser colocado imediatamente após o banho quando a pele está quente e seco. 
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Os sobreviventes da pólio precisam lembrar os médicos que EMGs ou testes de condução nervosa devem ser realizados em uma sala com temperatura mínima de 75°F para evitar falsas leituras anormais e que um cobertor aquecido seja necessário na sala de recuperação após a cirurgia de sobreviventes da pólio (Bruno, 1996).
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Os Efeitos do Frio nos Sobreviventes da Pólio Dr. Richard L. Bruno, HD, PhD www.papolionetwork.org Rev. 2018 2

REFERÊNCIAS
Bodian, D. (1949) Base histopatológica dos achados clínicos na poliomielite. Jornal Americano de
Medicina, 6, 563-578.
Bruno, R.L., Johnson JC., Berman W.S. (1985a). Funcionamento motor e sensorial com mudança
temperatura ambiente em indivíduos pós-pólio: correlatos autonômicos e eletrofisiológicos. Em L. S.
Halstead e D.O. Wiechers (Eds.), Efeitos tardios da poliomielite. Miami: Symposia Foundation.
Bruno, R.L., Johnson, JC., Berman, W.S. (1985b). Anormalidades vasomotoras como sequelas pós-pólio:
Implicações funcionais e clínicas. Ortopedia, 8(7), 865-869. Bruno, R.L. (1996) Prevenção
complicações em sobreviventes de poliomielite submetidos a cirurgia. Série de Monografias PPS. Volume 6 (1).
Hackensack: Harvest Press.
Bruno RL. (1997) Fadiga crônica, desmaios e disfunção autonômica: Outras semelhanças entre
fadiga pós-pólio e síndrome da fadiga crônica? Journal of Chronic Fatigue Syndrome, 3, 107-
117.
Owen, R. R. (1985). Clínica de resíduos de poliomielite e protocolo de exercícios: implicações da pesquisa. Em LS
Halstead e DO Wiechers (Eds.): Efeitos tardios da poliomielite. Miami: Symposia Foundation.


31 de maio de 2022

Pressão Alta. Tomando losartana e pressão continua alta. O que acontece?

 

 

Tomando losartana e pressão continua alta. O que acontece? 

Tomando remédio para pressão losartana, anlodipino, atenolol e sua pressão não abaixa?

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