João Fidélis de Campos Filho*
Um bom amigo me disse que 2010 superou todas as suas expectativas. Grande parte do que projetou e ansiou para este ano aconteceu, por isso tem muito que comemorar e agradecer por tudo que conseguiu. Ele crê que a elaboração mental é uma das mais importantes partes na concretização de nossos sonhos, porque a partir desta idealização a mente começa articular os meios de alcançá-los mesmo inconscientemente. É, a mente trabalha a nível inconsciente (ou a nível de espírito) para atingir seus anseios.
Isto funciona também quando evitamos situações, lugares e notícias que nos trazem desprazer, amargura ou tristeza, pois agindo desta maneira contribuímos para o nosso próprio equilíbrio. Depois de algum tempo, assisti dias atrás integralmente, um jornal televisivo de grande audiência, mas a sensação posterior não foi das melhores. São muitas informações desagradáveis jogadas em sua mente continuamente, sem muito tempo para digerir completamente e de forma bombástica. Tragédias de diferentes formas, vidas perdidas de maneira irracional, atentados a inocentes e crimes indiscriminados à civilidade e à boa cidadania, ocupam a quase totalidade destes sisudos noticiários.
Longe de mim a alienação aos fatos mundanos, a perda do senso crítico, mas se deixarmos nossa mente ser dominada por todas as coisas ruins que os meios de comunicação divulgam diuturnamente abre-se uma perigosa brecha para um processo depressivo. É mister ter consciência de nossa que a ordem programada dos acontecimentos mundanos estão, neste mundo de mais de 6 bilhões de pessoas, bem distante de nosso foco de ação. Trocando em miúdos: quem somos nós diante da ordem natural das coisas?
Ai você pode dizer: se alguém que temos forte laço afetivo sofre ou parte deste mundo, se uma escola desaba e mata criancinhas, se alguém que amamos fica doente ou perdemos algo material ou imaterial a que prezamos muito, isto é ordem natural das coisas? A resposta é positiva quando pensamos num principio ordenador do cosmos, quando pensamos que tudo tem uma finalidade racional e que o acaso é apenas uma teoria obsoleta. Voltamos aqui à antiga idéia filosófica da “necessidade” dos fatos do mundo, pois se existe um Deus tudo que ocorre é necessário. Voltamos também à idéia do livre arbítrio parcial do homem, porque ele exerce sua vontade de escolha, mas o resultado depende da vontade divina.
No entanto a mesma Lei da Ação e Reação, que na física clássica foi proposta por Newton (Terceira lei de Newton) e que diz que a toda ação corresponde uma reação de mesma intensidade, é na metafísica o resultado das escolhas individuais que acabam interferindo nos acontecimentos coletivos. Isto quer dizer, de maneira mais simples, que nosso futuro será resultado de nossa conduta atual e que se todos agirem com bondade e paz de espírito o planeta Terra certamente será o paraíso celeste. A Lei de Ação e Reação (ou Causa e Efeito) é taxativa ao determinar que todos os fatos resultam dos atos humanos e como diz a Bíblia se plantamos tempestade colhemos tempestade se plantamos coisas boas colhemos na mesma proporção. Mas sempre é assim? Não, porque às vezes vemos pessoas a quem amamos e são boas passando por muito sofrimento. E neste ponto entra a idéia do carma, que fecha o círculo ao propor que as pessoas simplesmente resgatam dívidas de vidas passadas.
Quando o homem se prende excessivamente às necessidades físicas e afetivas para sua auto-realização suas decepções podem ser maiores porque tudo é transição e ilusão neste mundo terreno. Se leva uma vida mais simples e contemplativa, sem esperar muita reciprocidade ou contrapartida de seus atos as doenças que nascem na sua mente e invadem seu corpo tenderão a ser menores. Retornamos assim ao principio do que escrevi no início desta matéria, meu amigo José tem razão ao defender que a maior parte dos seres humanos desconhece a enorme força mental que possui e se a usasse em seu favor poderia angariar incontáveis benefícios. Centenas de livros best-sellers trataram deste tema realçando o poder da mente e o quanto melhora a vida do individuo quando consegue usá-la a seu favor. Muitas pessoas porem não tem consciência desta força.
*João Fidélis de Campos Filho - Cirurgião - Dentista
Sou portador das Sequelas da Poliomielite. E sabendo dos problemas enquanto PCD criei esse Blog com o objetivo de ajudar essas pessoas na luta pelos seus direitos.
4 de dezembro de 2010
2 de novembro de 2010
ONU critica trabalho escravo no Brasil
Relatório da ONU afirma que punições previstas não intimidam e também lança suspeitas de conivência de políticos. O documento traz, ainda, como recomendação, a aprovação da proposta de emenda constitucional que prevê a expropriação de terras onde for encontrado trabalho forçado.
Documento destaca, porém, conhecimento do governo sobre o tema e elogia políticas públicas implantadas.
Relatório afirma que punições previstas não intimidam e também lança suspeitas de conivência de políticos.
Falta de punições, número insuficiente de policiais e assassinatos de defensores dos direitos humanos são alguns dos obstáculos para a erradicação do trabalho análogo ao escravo no Brasil.
A informação é da relatora especial da ONU sobre formas contemporâneas de escravidão, Gulnara Shahinian, que veio ao país em maio. As críticas estão em relatório que será divulgado hoje no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.
"O uso continuado do trabalho escravo, evidenciado pelo número dos libertados, sugere que as multas (pagas diretamente ao Estado) e as sanções criminais não são meios de intimidação suficientes", diz o documento.
Uma das recomendações do relatório é a aprovação da proposta de emenda constitucional que prevê a expropriação de terras onde for encontrado trabalho forçado.
O documento também sugere que há participação de políticos nessa prática, o que explicaria, segundo o relatório, o fato de a emenda ainda não ter sido aprovada.
O relatório também elogia o governo brasileiro por reconhecer o trabalho análogo à escravidão como um problema e pelas políticas públicas aplicadas, como os grupos móveis de fiscalização.
Procurado, o Ministério do Trabalho afirmou que só se manifestará após a divulgação oficial do relatório.
O governo avalia o relatório como positivo pelo destaque dado a programas de combate à prática. Parte das críticas recebidas, como o longo tempo de tramitação de processos, deverá ser encaminhada ao conhecimento do Judiciário.
Ações contra trabalho irregular resultam em multa de R$ 448 mil
Três ações contra trabalho escravo resultaram no pagamento de R$ 448 mil em verbas rescisórias para 167 pessoas achadas em condições análogas à escravidão em plantações de morango, em MG, e em canaviais, no RJ.
Em Campos (norte do RJ), a ação do Ministério Público do Trabalho achou 33 trabalhadores em situação irregular. Em MG, 51 trabalhadores de Cambuí (447 km de BH) foram encontrados em situação irregular em 12 de agosto -39 em condições análogas à escravidão.
O responsável não fornecia condições adequadas de trabalho, como água potável. Os nomes das empresas envolvidas não foram divulgados.
Fonte: http://www.cptnacional.org.br/
Documento destaca, porém, conhecimento do governo sobre o tema e elogia políticas públicas implantadas.
Relatório afirma que punições previstas não intimidam e também lança suspeitas de conivência de políticos.
Falta de punições, número insuficiente de policiais e assassinatos de defensores dos direitos humanos são alguns dos obstáculos para a erradicação do trabalho análogo ao escravo no Brasil.
A informação é da relatora especial da ONU sobre formas contemporâneas de escravidão, Gulnara Shahinian, que veio ao país em maio. As críticas estão em relatório que será divulgado hoje no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.
"O uso continuado do trabalho escravo, evidenciado pelo número dos libertados, sugere que as multas (pagas diretamente ao Estado) e as sanções criminais não são meios de intimidação suficientes", diz o documento.
Uma das recomendações do relatório é a aprovação da proposta de emenda constitucional que prevê a expropriação de terras onde for encontrado trabalho forçado.
O documento também sugere que há participação de políticos nessa prática, o que explicaria, segundo o relatório, o fato de a emenda ainda não ter sido aprovada.
O relatório também elogia o governo brasileiro por reconhecer o trabalho análogo à escravidão como um problema e pelas políticas públicas aplicadas, como os grupos móveis de fiscalização.
Procurado, o Ministério do Trabalho afirmou que só se manifestará após a divulgação oficial do relatório.
O governo avalia o relatório como positivo pelo destaque dado a programas de combate à prática. Parte das críticas recebidas, como o longo tempo de tramitação de processos, deverá ser encaminhada ao conhecimento do Judiciário.
Ações contra trabalho irregular resultam em multa de R$ 448 mil
Três ações contra trabalho escravo resultaram no pagamento de R$ 448 mil em verbas rescisórias para 167 pessoas achadas em condições análogas à escravidão em plantações de morango, em MG, e em canaviais, no RJ.
Em Campos (norte do RJ), a ação do Ministério Público do Trabalho achou 33 trabalhadores em situação irregular. Em MG, 51 trabalhadores de Cambuí (447 km de BH) foram encontrados em situação irregular em 12 de agosto -39 em condições análogas à escravidão.
O responsável não fornecia condições adequadas de trabalho, como água potável. Os nomes das empresas envolvidas não foram divulgados.
Fonte: http://www.cptnacional.org.br/
TEMAS:
TRABALHO ESCRAVO
1 de novembro de 2010
CAMPANHA PLANTE UMA ÁRVORE: "Lei Municipal sobre plantio de árvores" LEI Nº 3.469/2010
Está em andamento na cidade de José Bonifácio-SP a campanha PLANTE UMA ARVORE, a Lei n. 3.469/2010 obriga os proprietários de imóveis localizados na zona urbana do município o plantio de ao menos uma árvore no passeio publico em frente ao seu imóvel, alem disso o proprietário deve realizar a manutenção dessa árvore até que complete cinco anos. E no caso de uma arvore ser cortada sem justificativa aceitável, o proprietário fica obrigado ao replantio imediatamente.
A Lei Complementar 08/2009, Seção III, artigo 15º, referente ao código de posturas municipal/Meio Ambiente proíbe com rigor o corte de árvores no município, o que levou as pessoas entrar em contato com a Prefeitura Municipal de José Bonifácio com a finalidade de esclarecer duvidas sobre o assunto.
A arborização além de contribuir com a despoluição do ar, absorve os ruídos, e tem uma grande importância para diminuir as temperaturas nos centros urbanos, que se transformam em verdadeiras ilhas de calor nas épocas mais quentes do ano.
Essas "ilhas ou bolhas" de ar quente favorecem a formação de tempestades que podem ser devastadoras, dependendo do choque das frentes frias com a diferença das temperaturas encontradas nessas regiões, que muitas vezes impera apenas o asfalto das ruas e o concreto dos prédios.
Uma verdadeira fonte geradora de calor localizado, que altera a pressão atmosférica desses locais criando ali um ponto de grande força de atração de chuvas e ventos, uma equação conforme a força da frente fria e o calor das regiões, isso ocorre visto que o ar quente é sabidamente mais leve do que o frio. Vamos imaginar o peso do ar frio sobre uma região que está com as temperaturas elevadas, forma-se uma verdadeira pororoca na atmosfera, por essa razão as grandes ventanias quanto as temperaturas caem.
Temos uma escolha. Conviver com a presença das arvores que apenas geram algumas folhas caídas ou os prejuízos que podem ser advindos de uma tempestade por falta dessas nossas amigas.
Diante disso a PREFEITURA MUNICIPAL DE JOSE BONIFÁCIO está procurando proteger a sua população do calor insuportável dos últimos tempos, contribuindo para diminuir o aquecimento global e formar uma barreira contra as famosas pancadas de chuvas, que na realidade são tempestades localizadas por causa dessas "bolhas" de ar quente.
Cortes de arvores do passeio publico:
Fazer um requerimento junto a Prefeitura Municipal endereçado ao Prefeito Pedro José Brandão dos Reis solicitando autorização, evitando dessa forma multas e medidas judiciais.
Como plantar uma árvore?
Em José Bonifácio existem dois viveiros de mudas:
1)Um é situado no prédio da Policia Ambiental, localizado na Avenida Luiz Pereira Lima, 406 – Santa Maria.
2)E o outro em fase de construção situado no Jardim Carlos Cassetari, junto à horta comunitária do projeto municipal “Travessia”, localizado na Rua Sebastião Antônio de Mendonça, 268 – Carlos Cassetari.
Mais informações você encontra no link:
https://www.josebonifacio.sp.gov.br/meioambiente
A Lei Complementar 08/2009, Seção III, artigo 15º, referente ao código de posturas municipal/Meio Ambiente proíbe com rigor o corte de árvores no município, o que levou as pessoas entrar em contato com a Prefeitura Municipal de José Bonifácio com a finalidade de esclarecer duvidas sobre o assunto.
A arborização além de contribuir com a despoluição do ar, absorve os ruídos, e tem uma grande importância para diminuir as temperaturas nos centros urbanos, que se transformam em verdadeiras ilhas de calor nas épocas mais quentes do ano.
Essas "ilhas ou bolhas" de ar quente favorecem a formação de tempestades que podem ser devastadoras, dependendo do choque das frentes frias com a diferença das temperaturas encontradas nessas regiões, que muitas vezes impera apenas o asfalto das ruas e o concreto dos prédios.
Uma verdadeira fonte geradora de calor localizado, que altera a pressão atmosférica desses locais criando ali um ponto de grande força de atração de chuvas e ventos, uma equação conforme a força da frente fria e o calor das regiões, isso ocorre visto que o ar quente é sabidamente mais leve do que o frio. Vamos imaginar o peso do ar frio sobre uma região que está com as temperaturas elevadas, forma-se uma verdadeira pororoca na atmosfera, por essa razão as grandes ventanias quanto as temperaturas caem.
Temos uma escolha. Conviver com a presença das arvores que apenas geram algumas folhas caídas ou os prejuízos que podem ser advindos de uma tempestade por falta dessas nossas amigas.
Diante disso a PREFEITURA MUNICIPAL DE JOSE BONIFÁCIO está procurando proteger a sua população do calor insuportável dos últimos tempos, contribuindo para diminuir o aquecimento global e formar uma barreira contra as famosas pancadas de chuvas, que na realidade são tempestades localizadas por causa dessas "bolhas" de ar quente.
Cortes de arvores do passeio publico:
Fazer um requerimento junto a Prefeitura Municipal endereçado ao Prefeito Pedro José Brandão dos Reis solicitando autorização, evitando dessa forma multas e medidas judiciais.
Como plantar uma árvore?
Em José Bonifácio existem dois viveiros de mudas:
1)Um é situado no prédio da Policia Ambiental, localizado na Avenida Luiz Pereira Lima, 406 – Santa Maria.
2)E o outro em fase de construção situado no Jardim Carlos Cassetari, junto à horta comunitária do projeto municipal “Travessia”, localizado na Rua Sebastião Antônio de Mendonça, 268 – Carlos Cassetari.
Mais informações você encontra no link:
https://www.josebonifacio.sp.gov.br/meioambiente
DISPÕE SOBRE A OBRIGATORIEDADE DO PLANTIO DE ÁRVORES JUNTO A IMÓVEIS LOCALIZADOS NA ZONA URBANA DO MUNICÍPIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
DR. PEDRO JOSÉ BRANDÃO DOS REIS, Prefeito Municipal de José Bonifácio, Estado de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei e etc...
FAZ SABER que a Câmara Municipal Aprovou e ele Sanciona e Promulga, a seguinte Lei:
Art. 1º Esta lei torna obrigatório ao proprietário o plantio de ao menos uma árvore, em imóveis localizados na área urbana do Município.
Art. 2º Para cada imóvel existente na área urbana do município, fica obrigado seu proprietário a dar manutenção durante os 05 (cinco) primeiros anos de plantio da árvore.
Art. 3º O plantio da árvore deverá ser feito no passeio público em frente ao imóvel, observando-se as disposições legais pertinentes.
Art. 4º As características das árvores a serem plantadas serão estabelecidas pelo Serviço de Agricultura e Meio Ambiente do município, através de legislação municipal vigente.
Art. 5º Compete ao Serviço de Agricultura e Meio Ambiente do município e as demais unidades político-administrativas, no âmbito de suas competências legais, a fiscalizar a perfeita aplicação desta Lei.
Art. 6º O não atendimento ao disposto nesta lei sujeitará o infrator na aplicação de sanções administrativas através do órgão competente da Prefeitura Municipal.
Art. 7º O Executivo Municipal terá o mesmo prazo estabelecido no artigo 8º, para regulamentar através de decreto, quais as sanções a serem aplicadas no caso de desrespeito a presente lei.
Art. 8º Esta lei entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2.011, revogadas as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de José Bonifácio, "Paço Municipal João Felix de Mendonça", aos nove dias do mês de março de dois mil e dez.
PEDRO JOSÉ BRANDÃO DOS REIS
Prefeito Municipal
Esta Lei encontra-se registrada às fls. 020 e 021, do livro nº 015, iniciado em 18 de fevereiro de 2010.
MARIA LUIZA ROSSI - Secretaria Designada
FAZ SABER que a Câmara Municipal Aprovou e ele Sanciona e Promulga, a seguinte Lei:
Art. 1º Esta lei torna obrigatório ao proprietário o plantio de ao menos uma árvore, em imóveis localizados na área urbana do Município.
Art. 2º Para cada imóvel existente na área urbana do município, fica obrigado seu proprietário a dar manutenção durante os 05 (cinco) primeiros anos de plantio da árvore.
Art. 3º O plantio da árvore deverá ser feito no passeio público em frente ao imóvel, observando-se as disposições legais pertinentes.
Art. 4º As características das árvores a serem plantadas serão estabelecidas pelo Serviço de Agricultura e Meio Ambiente do município, através de legislação municipal vigente.
Art. 5º Compete ao Serviço de Agricultura e Meio Ambiente do município e as demais unidades político-administrativas, no âmbito de suas competências legais, a fiscalizar a perfeita aplicação desta Lei.
Art. 6º O não atendimento ao disposto nesta lei sujeitará o infrator na aplicação de sanções administrativas através do órgão competente da Prefeitura Municipal.
Art. 7º O Executivo Municipal terá o mesmo prazo estabelecido no artigo 8º, para regulamentar através de decreto, quais as sanções a serem aplicadas no caso de desrespeito a presente lei.
Art. 8º Esta lei entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2.011, revogadas as disposições em contrário.
Prefeitura Municipal de José Bonifácio, "Paço Municipal João Felix de Mendonça", aos nove dias do mês de março de dois mil e dez.
PEDRO JOSÉ BRANDÃO DOS REIS
Prefeito Municipal
Esta Lei encontra-se registrada às fls. 020 e 021, do livro nº 015, iniciado em 18 de fevereiro de 2010.
MARIA LUIZA ROSSI - Secretaria Designada
MEU AMIGO MAZZAROPI :: JOSÉ BONIFÁCIO-SP-PERSONAGENS
Aqui Mazzaropi está na recepção do Ambulatório João Lania fazendo sua visitinha diária.
O seu transito comprova isso, pois não é mais o mesmo e os congestionamentos já se formam uma vez ou outra nas horas de pico no centro da cidade. Construções brotam em vários pontos...
Contudo ainda é uma cidade onde todos se conhecem pelo nome ou apelido, e entre nós existe um homem que acredito que grande maioria dos bonifacianos o conhece, por causa da sua simpatia e seu jeito extrovertido de ser.
Além disso, ele já compôs o personagem Pai Noel varias vezes em um supermercado da cidade.
Estamos esperando nesse ano aonde a sua magia irá brilhar: divertindo crianças e adultos de bom coração.
Mario Rocha, também conhecido como Mazzaropi, é uma dessas pessoas que faz a diferença numa cidade. Eles ajudam a compor a identidade de qualquer comunidade, é a cor mais forte desse quadro, pois nunca passam despercebidos, geralmente são pessoas brincalhonas, sempre bem humoradas e de uma humildade quase divina.
Nós de José Bonifácio-SP devemos ser gratos a Deus por manter entre nós um ser humano como o Mazzaropi.
Feliz Natal!
PREFEITURA MUNICIPAL DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP
(Meio Ambiente e Natureza)
O município de José Bonifácio-SP está caminhando em passos largos no sentido de melhorar o seu MEIO AMBIENTE E A NATUREZA, uma luta de todos nós, porque é para todos nós.
O município assinou a adesão ao projeto do Governo do Estado de São Paulo-MUNICÍPIO VERDE/AZUL, e já vem realizando obras no sentido de melhorar a sua avaliação nesse ano de 2010. Uma vez que em 2009 foram alcançados apenas 28,07 pontos.
Veja no link do Município as obras realizadas e já projetadas nesse sentido:
http://www.josebonifacio.sp.gov.br/meioambiente
A senadora Marina Silva usou e usa muito esse termo “Sustentabilidade”, é um conceito básico para o meio ambiente, um alicerce para o desenvolvimento ser construído com segurança se não tudo pode cair por terra literalmente, pois segundo relatório da ONG WWF-BRASIL a demanda humana por recursos naturais sobe vertiginosamente e chega a 50% a mais do que o planeta pode suportar.
Então vamos escolher a Vida preservando a natureza ou o fim, dando importância apenas ao consumo sem sentido como se fossemos bobos ou crianças atraídos por brinquedos. Que terminam sem valor algum, poluindo e lotando as lixeiras.
O município de José Bonifácio-SP está caminhando em passos largos no sentido de melhorar o seu MEIO AMBIENTE E A NATUREZA, uma luta de todos nós, porque é para todos nós.
O município assinou a adesão ao projeto do Governo do Estado de São Paulo-MUNICÍPIO VERDE/AZUL, e já vem realizando obras no sentido de melhorar a sua avaliação nesse ano de 2010. Uma vez que em 2009 foram alcançados apenas 28,07 pontos.
Veja no link do Município as obras realizadas e já projetadas nesse sentido:
http://www.josebonifacio.sp.gov.br/meioambiente
A senadora Marina Silva usou e usa muito esse termo “Sustentabilidade”, é um conceito básico para o meio ambiente, um alicerce para o desenvolvimento ser construído com segurança se não tudo pode cair por terra literalmente, pois segundo relatório da ONG WWF-BRASIL a demanda humana por recursos naturais sobe vertiginosamente e chega a 50% a mais do que o planeta pode suportar.
Então vamos escolher a Vida preservando a natureza ou o fim, dando importância apenas ao consumo sem sentido como se fossemos bobos ou crianças atraídos por brinquedos. Que terminam sem valor algum, poluindo e lotando as lixeiras.
TEMAS:
JOSÉ BONIFÁCIO-SP
11 de setembro de 2010
Ataque à Imprensa Independente
*João Fidélis de Campos Filho
A imprensa livre é um dos mais fortes pilares do regime democrático. Ela informa, analisa, investiga e denuncia tudo que se refere aos direitos civis e as instituições que regem a sociedade. Assim como no período ditatorial, em que a censura política exercia um rígido controle sobre os meios de comunicação, a esquerda que hoje dirige o país tem dado sinais de equivocado retrocesso ao impor leis que limitam a liberdade de expressão.
Dias desses o ministro Franklin Martins fez um pronunciamento ao lado do presidente Lula no qual se referiu ao projeto do governo de impor um controle sobre a imprensa independente. O velho sonho socialista de manipulação das informações para se perpetuar no poder está em andamento. Isto quando o “eterno” ditador cubano, Fidel Castro fez esta semana uma autocrítica contundente ao dizer que o comunismo de seu país está fadado ao fracasso e este modelo não pode ser exportado para outras nações.
O discurso de Franklin aumenta a suspeita de que o governo planeja aumentar sua influencia e domínio sobre as comunicações no futuro para não criar embaraços de aumentar o poder dos sindicatos, dos sem-terra, sem-teto e de facções do partido.
O último lance desta investida foi a tentativa de amordaçar os humoristas que retratam jocosamente os políticos brasileiros. Mas o maior temor e maior preocupação da classe pensante brasileira é o crescimento do governo dentro do Estado. O chamado Big Brother, que aparelhado e exercendo influência quase total sobre a mídia, possa manipular ainda mais a massa populacional do país. O exemplo de Hugo Chavez, eliminando e perseguindo toda e qualquer oposição aos seus desmandos está ai e pode ser motivo de inveja de muitos de seus amigos e discípulos. Por que o Brasil não poderia se transformar numa Venezuela?
Estes dossiês e quebras de sigilo demonstram cristalinamente como são desprezados os direitos constitucionais e podem ser indício, ao findar as eleições e confirmar os prognósticos, que caminhamos para uma ditadura branca a dominar os destinos do povo brasileiro. Os métodos de coerção, de imposição de idéias, distribuição de benesses burocráticas, são típicos de regimes de exceção, bem distantes dos básicos conceitos de democracia.
A exposição e o desenrolar dos fatos ligados a este novo escândalo (mais um entre vários) nos asseguram que os direitos de cidadania são nulos quando a máquina pública passa a ser usada de maneira tendenciosa, com objetivos específicos, com clara intenção política e contando com a impunidade dos poderes constituídos.
A verdade é dolorida para os que se julgam acima das instituições democráticas. Por isso a imprensa livre incomoda muito os governantes. Não há atalhos ou pressão que esteja acima dos fatos para a imprensa democrática. Sem ela o povo estaria aprisionado na “Caverna de Platão”, procurando enxergar a luz do sol, que muitos oportunistas fazem questão de esconder.
*Cirurgião-Dentista
A imprensa livre é um dos mais fortes pilares do regime democrático. Ela informa, analisa, investiga e denuncia tudo que se refere aos direitos civis e as instituições que regem a sociedade. Assim como no período ditatorial, em que a censura política exercia um rígido controle sobre os meios de comunicação, a esquerda que hoje dirige o país tem dado sinais de equivocado retrocesso ao impor leis que limitam a liberdade de expressão.
Dias desses o ministro Franklin Martins fez um pronunciamento ao lado do presidente Lula no qual se referiu ao projeto do governo de impor um controle sobre a imprensa independente. O velho sonho socialista de manipulação das informações para se perpetuar no poder está em andamento. Isto quando o “eterno” ditador cubano, Fidel Castro fez esta semana uma autocrítica contundente ao dizer que o comunismo de seu país está fadado ao fracasso e este modelo não pode ser exportado para outras nações.
O discurso de Franklin aumenta a suspeita de que o governo planeja aumentar sua influencia e domínio sobre as comunicações no futuro para não criar embaraços de aumentar o poder dos sindicatos, dos sem-terra, sem-teto e de facções do partido.
O último lance desta investida foi a tentativa de amordaçar os humoristas que retratam jocosamente os políticos brasileiros. Mas o maior temor e maior preocupação da classe pensante brasileira é o crescimento do governo dentro do Estado. O chamado Big Brother, que aparelhado e exercendo influência quase total sobre a mídia, possa manipular ainda mais a massa populacional do país. O exemplo de Hugo Chavez, eliminando e perseguindo toda e qualquer oposição aos seus desmandos está ai e pode ser motivo de inveja de muitos de seus amigos e discípulos. Por que o Brasil não poderia se transformar numa Venezuela?
Estes dossiês e quebras de sigilo demonstram cristalinamente como são desprezados os direitos constitucionais e podem ser indício, ao findar as eleições e confirmar os prognósticos, que caminhamos para uma ditadura branca a dominar os destinos do povo brasileiro. Os métodos de coerção, de imposição de idéias, distribuição de benesses burocráticas, são típicos de regimes de exceção, bem distantes dos básicos conceitos de democracia.
A exposição e o desenrolar dos fatos ligados a este novo escândalo (mais um entre vários) nos asseguram que os direitos de cidadania são nulos quando a máquina pública passa a ser usada de maneira tendenciosa, com objetivos específicos, com clara intenção política e contando com a impunidade dos poderes constituídos.
A verdade é dolorida para os que se julgam acima das instituições democráticas. Por isso a imprensa livre incomoda muito os governantes. Não há atalhos ou pressão que esteja acima dos fatos para a imprensa democrática. Sem ela o povo estaria aprisionado na “Caverna de Platão”, procurando enxergar a luz do sol, que muitos oportunistas fazem questão de esconder.
*Cirurgião-Dentista
TEMAS:
ARTIGOS ESPECIAIS
31 de agosto de 2010
VERDUGOS DA NATUREZA-(Sobre o explorador Ed Stafford)- Autor Bruno Peron Loureiro
FONTE:JORNAL DE UBERABA-MG
Causa inveja o modo de vida de comunidades indígenas nos rincões do Brasil. Enquanto elas organizam-se em função de suas necessidades e costumes próprios sem a desconfiança de que os "representantes" não cumpram bem seu papel, os homens urbanos da "civilização" mergulhamos na desordem, na violência e no desrespeito ao próprio meio de sobrevivência.
Ed Stafford é um britânico de trinta e quatro anos que percorreu em caminhada e com uma mochila onerosa na costa toda a extensão do rio Amazonas. Seu objetivo precípuo: ser testemunha ocular do desmatamento e a exploração madeireira mal fiscalizada e promover a consciência ambiental dos jovens.
Num trecho da caminhada que totalizou 6.800 quilômetros, Ed e seu acompanhante peruano foram ameaçados de morte por uma comunidade indígena cujos integrantes acreditaram que aqueles quisessem roubar e traficar os órgãos das crianças da aldeia. Não são raros grupos indígenas que ainda não foram catalogados.
Qual é o preço da "civilização" que se impõe arrogantemente, mas se lamenta veementemente quando o prejuízo ambiental e social é irreversível?
A Secretaria de Meio Ambiente do estado de São Paulo, Brasil, autoriza uma cota de queimada de cana que é criminosa, covarde e danosa para qualquer cidadão que vê seus bens materiais forrados de cinzas dos canaviais e ainda respira ar impuro em plena estiagem. Dizem que a prática estará proibida em no máximo cinco anos, mas há tempos vivemos de promessas.
Enquanto não se faz nada para conter a voracidade da "civilização" (destrutiva, inconsequente e inimiga da vida) numa das regiões mais populosas do Brasil, não se queira imaginar o ritmo de degradação da Amazônia, tão bela, remota e ameaçada. Não haverá mais espécimes nem para os cientistas gringos coletarem e carregarem em seus jatos sem ter que declarar na alfândega.
O cidadão britânico começou sua viagem em 2 de abril de 2008 desde a nascente do rio no sul do Peru e terminou em 9 de agosto de 2010 na costa atlântica, próximo de Belém. Ed atravessou Peru, Colômbia e Brasil sem ter que pegar filas ou dormir nos aeroportos por atraso dos voos.
Sua experiência na mata, porém, contou com picadas de mosquitos e escorpião, ferroadas de abelhas e ainda teve leishmaniose (doença causada por parasitas e transmitida por mosquitos) no percurso. Ed viveu de pesca de piranhas, reserva de arroz e feijão, e alimentos que comprou de comunidades ribeirinhas. Outros aventureiros já enfrentaram condições mais árduas, mas não tiveram tamanha publicidade.
Na incapacidade de o governo e os cidadãos do Brasil frearem tendências destrutivas em seu próprio território, outros países patrocinam aventureiros e cientistas, documentários e reportagens, organizações sem fins lucrativos que escancaram os problemas ambientais e sociais que abundam na América Latina. Nem sempre, portanto, são intrometidos.
Assim que uma questão local transforma-se numa preocupação global, as "autoridades" vernáculas começam a interpretar as leis do jeito que qualquer cidadão de bem merece vê-las cumpridas. Por isso, a legislação geralmente é boa no Brasil; maus são seus intérpretes.
A caminhada de mais de dois anos de Ed Stafford pelo "pulmão do mundo" serve para resgatar o debate sobre o desmatamento para pecuária e exploração madeireira, a governabilidade e o cumprimento da lei ambiental, e a internacionalização da Amazônia.
O ritmo de desmatamento tem diminuído nos últimos anos graças a políticas mais sustentáveis e o aumento da consciência ambiental dos jovens. A tendência é de que os verdugos da natureza tenham cada vez menos espaço a despeito de sua adaptação a outros negócios destrutivos mas rentáveis. A monocultura para exportação é um deles.
O planeta pede novos aventureiros que descortinem irresponsabilidades da espécie humana. Encontre alguma e denuncie! Hoje nos restam poucas evidências de que ser "humano" é sinônimo de virtude, a menos que, algum dia, resgate-se o romantismo perdido.
Sonho com uma relação homem <-> natureza pela qual aquele retire desta somente o necessário para sobrevivência sem ter que, por exemplo, queimar o excedente de café que se produzia durante a crise cafeeira no Brasil. Repetem-se os capítulos nebulosos da história do capitalismo.
Causa inveja o modo de vida de comunidades indígenas nos rincões do Brasil. Enquanto elas organizam-se em função de suas necessidades e costumes próprios sem a desconfiança de que os "representantes" não cumpram bem seu papel, os homens urbanos da "civilização" mergulhamos na desordem, na violência e no desrespeito ao próprio meio de sobrevivência.
Ed Stafford é um britânico de trinta e quatro anos que percorreu em caminhada e com uma mochila onerosa na costa toda a extensão do rio Amazonas. Seu objetivo precípuo: ser testemunha ocular do desmatamento e a exploração madeireira mal fiscalizada e promover a consciência ambiental dos jovens.
Num trecho da caminhada que totalizou 6.800 quilômetros, Ed e seu acompanhante peruano foram ameaçados de morte por uma comunidade indígena cujos integrantes acreditaram que aqueles quisessem roubar e traficar os órgãos das crianças da aldeia. Não são raros grupos indígenas que ainda não foram catalogados.
Qual é o preço da "civilização" que se impõe arrogantemente, mas se lamenta veementemente quando o prejuízo ambiental e social é irreversível?
A Secretaria de Meio Ambiente do estado de São Paulo, Brasil, autoriza uma cota de queimada de cana que é criminosa, covarde e danosa para qualquer cidadão que vê seus bens materiais forrados de cinzas dos canaviais e ainda respira ar impuro em plena estiagem. Dizem que a prática estará proibida em no máximo cinco anos, mas há tempos vivemos de promessas.
Enquanto não se faz nada para conter a voracidade da "civilização" (destrutiva, inconsequente e inimiga da vida) numa das regiões mais populosas do Brasil, não se queira imaginar o ritmo de degradação da Amazônia, tão bela, remota e ameaçada. Não haverá mais espécimes nem para os cientistas gringos coletarem e carregarem em seus jatos sem ter que declarar na alfândega.
O cidadão britânico começou sua viagem em 2 de abril de 2008 desde a nascente do rio no sul do Peru e terminou em 9 de agosto de 2010 na costa atlântica, próximo de Belém. Ed atravessou Peru, Colômbia e Brasil sem ter que pegar filas ou dormir nos aeroportos por atraso dos voos.
Sua experiência na mata, porém, contou com picadas de mosquitos e escorpião, ferroadas de abelhas e ainda teve leishmaniose (doença causada por parasitas e transmitida por mosquitos) no percurso. Ed viveu de pesca de piranhas, reserva de arroz e feijão, e alimentos que comprou de comunidades ribeirinhas. Outros aventureiros já enfrentaram condições mais árduas, mas não tiveram tamanha publicidade.
Na incapacidade de o governo e os cidadãos do Brasil frearem tendências destrutivas em seu próprio território, outros países patrocinam aventureiros e cientistas, documentários e reportagens, organizações sem fins lucrativos que escancaram os problemas ambientais e sociais que abundam na América Latina. Nem sempre, portanto, são intrometidos.
Assim que uma questão local transforma-se numa preocupação global, as "autoridades" vernáculas começam a interpretar as leis do jeito que qualquer cidadão de bem merece vê-las cumpridas. Por isso, a legislação geralmente é boa no Brasil; maus são seus intérpretes.
A caminhada de mais de dois anos de Ed Stafford pelo "pulmão do mundo" serve para resgatar o debate sobre o desmatamento para pecuária e exploração madeireira, a governabilidade e o cumprimento da lei ambiental, e a internacionalização da Amazônia.
O ritmo de desmatamento tem diminuído nos últimos anos graças a políticas mais sustentáveis e o aumento da consciência ambiental dos jovens. A tendência é de que os verdugos da natureza tenham cada vez menos espaço a despeito de sua adaptação a outros negócios destrutivos mas rentáveis. A monocultura para exportação é um deles.
O planeta pede novos aventureiros que descortinem irresponsabilidades da espécie humana. Encontre alguma e denuncie! Hoje nos restam poucas evidências de que ser "humano" é sinônimo de virtude, a menos que, algum dia, resgate-se o romantismo perdido.
Sonho com uma relação homem <-> natureza pela qual aquele retire desta somente o necessário para sobrevivência sem ter que, por exemplo, queimar o excedente de café que se produzia durante a crise cafeeira no Brasil. Repetem-se os capítulos nebulosos da história do capitalismo.
Que os probos superem os desonestos!
Lute por uma ordem mundial equilibrada!
Você tem um papel importante a cumprir!
✔Bruno Peron Loureiro é bacharel em Relações Internacionais
✔Bruno Peron Loureiro é bacharel em Relações Internacionais
🟥É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Jornal de Uberaba.
26 de agosto de 2010
AGUA:Você sabia que...
Fonte. http://www.wwf.org.br
Que o Brasil é o país mais rico em água doce do planeta? Nada mensos que 13,7 % de toda água do mundo está aqui.
Que o Pantanal, no Mato Grosso do Sul, é a maior área úmida continental do mundo?
Que a Amazônia abriga as mais extensas florestas alagadas do planeta?
Que 70% das internações hospitalares do Brasil são causadas por doenças relacionadas à água?
Que em todo mundo, cerca de 10 milhões de mortes anuais resultam de doenças intestinais transmitidas pela água?
Que menos de 1% da água doce do planeta está disponível para o consumo?
Que em todo mundo, a irrigação na agricultura responde por cerca de 70% do consumo de água; 20% vão para a indústria; e os 10% restantes destinam-se ao uso doméstico?
Que no Brasil, a agricultura consome 70% da água, as indústrias, 20%, e as residências, 20% também?
Que cada minuto de banho gasta de 3 a 6 litros de água?
Que você economiza 70 litros de água se fechar a torneira enquanto ensaboa a louça?
Que o mau uso do solo nas regiões ribeirinhas é o maior causador das enchentes?
Que em todo o mundo, as enchentes causam perdas econômicas de cerca de cinco bilhões de dólares?
Que 40 milhões de brasileiro não têm acesso a água?
Que o uso de água mais que triplicou entre 1950 e 1980?
Que em São Paulo, 70% da poluição das águas é de origem doméstica e 30% de origem industrial?
Que o índice de desperdício de água no Brasil chega a 40% entre a produção e os domicílios?
Que o Brasil é o país mais rico em água doce do planeta? Nada mensos que 13,7 % de toda água do mundo está aqui.
Que o Pantanal, no Mato Grosso do Sul, é a maior área úmida continental do mundo?
Que a Amazônia abriga as mais extensas florestas alagadas do planeta?
Que 70% das internações hospitalares do Brasil são causadas por doenças relacionadas à água?
Que em todo mundo, cerca de 10 milhões de mortes anuais resultam de doenças intestinais transmitidas pela água?
Que menos de 1% da água doce do planeta está disponível para o consumo?
Que em todo mundo, a irrigação na agricultura responde por cerca de 70% do consumo de água; 20% vão para a indústria; e os 10% restantes destinam-se ao uso doméstico?
Que no Brasil, a agricultura consome 70% da água, as indústrias, 20%, e as residências, 20% também?
Que cada minuto de banho gasta de 3 a 6 litros de água?
Que você economiza 70 litros de água se fechar a torneira enquanto ensaboa a louça?
Que o mau uso do solo nas regiões ribeirinhas é o maior causador das enchentes?
Que em todo o mundo, as enchentes causam perdas econômicas de cerca de cinco bilhões de dólares?
Que 40 milhões de brasileiro não têm acesso a água?
Que o uso de água mais que triplicou entre 1950 e 1980?
Que em São Paulo, 70% da poluição das águas é de origem doméstica e 30% de origem industrial?
Que o índice de desperdício de água no Brasil chega a 40% entre a produção e os domicílios?
24 de agosto de 2010
COMPOSIÇÃO FISICA E QUIMICA NA FUMAÇA DAS QUEIMADAS.
A fumaça, as fuligens agridem o meio ambiente e é prejudicial à saúde da população.
Foto: Rivaldo R.Ribeiro
Agressão à saúde –
Segundo artigo do médico e professor universitário José Carlos Manço, mais de 70 produtos químicos já foram identificados na fumaça resultante das queimadas, sendo que muitos desses produtos são tóxicos ou têm ação cancerígena. De modo geral, os componentes básicos da poluição atmosférica resultante das queimadas são:
Material particulado –
Mais de 90% da massa de partículas encontradas na fumaça produzida pela queima de produtos vegetais, como é o caso das queimadas nos canaviais e das queimadas urbanas, consiste de partículas finas, justamente a fração de material particulado (MP) que maior prejuízo traz à saúde. Essas partículas medem menos do que 10 micrômetros (milésima parte do milímetro), são invisíveis a olho nu, e podem ser levadas para dentro dos pulmões através do ar inalado na respiração. As partículas maiores não chegam a penetrar profundamente no aparelho respiratório, pois ficam retidas nas narinas e nas vias aéreas superiores, mas nem por isso deixam de ser prejudiciais. As partículas maiores, visíveis a olho nu, representam o “carvãozinho” que se deposita no chão e nos objetos quando ocorrem queimadas.
Substâncias cancerígenas –
As partículas descritas acima contêm, além do elemento carbono (principal constituinte do carvão), um número muito elevado de substâncias químicas, que formam o grupo de Material Orgânico Particulado (MOP).
A combustão de matéria orgânica, como nas queimadas, é uma das principais fontes do MOP encontrado na atmosfera. Entre as substâncias presentes no MOP, há os compostos conhecidos pelo nome de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs), muitos deles com propriedades carcinogênicas (causadoras de câncer), como é o caso do Benzopireno, Benzofluoranteno, Benzoantraceno e Benzofenantreno.
Foto: Rivaldo R.Ribeiro
Agressão à saúde –
Segundo artigo do médico e professor universitário José Carlos Manço, mais de 70 produtos químicos já foram identificados na fumaça resultante das queimadas, sendo que muitos desses produtos são tóxicos ou têm ação cancerígena. De modo geral, os componentes básicos da poluição atmosférica resultante das queimadas são:
Material particulado –
Mais de 90% da massa de partículas encontradas na fumaça produzida pela queima de produtos vegetais, como é o caso das queimadas nos canaviais e das queimadas urbanas, consiste de partículas finas, justamente a fração de material particulado (MP) que maior prejuízo traz à saúde. Essas partículas medem menos do que 10 micrômetros (milésima parte do milímetro), são invisíveis a olho nu, e podem ser levadas para dentro dos pulmões através do ar inalado na respiração. As partículas maiores não chegam a penetrar profundamente no aparelho respiratório, pois ficam retidas nas narinas e nas vias aéreas superiores, mas nem por isso deixam de ser prejudiciais. As partículas maiores, visíveis a olho nu, representam o “carvãozinho” que se deposita no chão e nos objetos quando ocorrem queimadas.
Substâncias cancerígenas –
As partículas descritas acima contêm, além do elemento carbono (principal constituinte do carvão), um número muito elevado de substâncias químicas, que formam o grupo de Material Orgânico Particulado (MOP).
A combustão de matéria orgânica, como nas queimadas, é uma das principais fontes do MOP encontrado na atmosfera. Entre as substâncias presentes no MOP, há os compostos conhecidos pelo nome de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs), muitos deles com propriedades carcinogênicas (causadoras de câncer), como é o caso do Benzopireno, Benzofluoranteno, Benzoantraceno e Benzofenantreno.
Gases tóxicos –
As queimadas lançam na atmosfera gases tóxicos tais como aldeídos (vários), dióxido de enxofre, óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono. Sob a ação da irradiação solar, o monóxido de carbono, na presença de óxidos de nitrogênio e outros produtos orgânicos (hidrocarbonetos), sofrem reação química formando ozônio (O3), que é um gás extremamente tóxico e irritante para as mucosas e o aparelho respiratório.
18 de agosto de 2010
Belo Monte. ‘Lula será lembrado como o presidente que acabou com os povos indígenas do Xingu’. Entrevista com Dom Erwin Kräutler
“Os índios criaram uma nova visão sobre a própria vida, deixaram uma síndrome de autoflagelação e complexo de inferioridade e recuperaram o orgulho de pertencer àquele povo.” O pensamento é do bispo de Altamira, no Xingu, Dom Erwin Kräutler, uma das principais vozes a favor dos povos indígenas na América Latina. Em entrevista concedida à IHU On-Line, concedida pessoalmente, ele falou sobre a reafirmação da identidade indígena. “Eles, que eram sempre pisados, ergueram a cabeça e reconheceram que são filhos dessa terra e ninguém pode tirar isso deles.”
O bispo de Altamira (Pará), nascido na Áustria, chegou ao Brasil na década de 1960 e logo abraçou a causa dos indígenas. Na última semana, ele esteve na Unisinos para um ciclo de palestras. Dom Erwin é presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).
IHU On-Line – Como é a atuação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no Brasil, atualmente?
Dom Erwin Kräutler – O Cimi foi fundado em 1972 por iniciativas de bispos que tinham povos indígenas em suas áreas eclesiásticas. Chegaram à conclusão de que a atividade pastoral junto a eles precisava ser assumida, ao invés de cada religioso fazer as coisas por sua conta. Temos de ter linhas, diretrizes e prioridades comuns. Naquela época, o Estado também tomou iniciativas, através do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), que não agradava sempre à Igreja. Hoje, basicamente, o Cimi tem duas finalidades: uma delas é a presença real. Estamos no meio dos indígenas, no lugar onde acontece a história desse povo, através dos nossos missionários.
O segundo ponto é a sensibilização da sociedade brasileira, que tem uma vertente no aspecto internacional. Não estamos apenas nos restringindo à causa indígena dentro do Brasil, mas na América Latina e no mundo inteiro. Entendemos que os povos indígenas do Brasil são irmãos dos índios de toda a Terra, que têm os direitos garantidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Veiculamos informações para o mundo inteiro. Normalmente o contato é feito com a imprensa alternativa, embora, volta e meia, apareça algum fato relacionado aos povos indígenas na grande mídia.
IHU On-Line – E entre as prioridades do Cimi está a violência contra os índios…
Dom Erwin Kräutler – É o principal assunto. Estamos lutando contra a violência, mas é preciso perguntar o que há por trás dela. Não é como o caso de um cachaceiro que mata o outro em uma briga de bar. É na terra ou na falta dela que se fundamenta todo tipo de agressão contra os indígenas. São expulsos de suas terras, que acabam usurpadas. Quando falamos em violência, falamos de defesa dos direitos constitucionais, da terra, da cultura, da maneira de ser.
IHU On-Line – O senhor pode nos falar sobre o caso de um povo indígena recém-contatado que pode ser levado para uma localidade do Maranhão?
Dom Erwin Kräutler – Sobre esse caso específico não tenho nenhum detalhe no momento, o Brasil é muito grande. O Cimi é contra a transferência compulsória de um povo. Isso foi feito algumas vezes, inclusive durante a construção da Transamazônica, e, no geral, os integrantes acabam morrendo. São arrancados de seu habitat e não conseguem se adaptar. Faz parte da filosofia deles: “É a terra onde me criei, onde nasci, berço de nossos mitos e ritos, lugar dos nossos ancestrais.” E acabam morrendo, como os negros que viram escravizados da África, de uma saudade patológica.
Além disso, eles não têm imunidade contra nenhum surto de doença. Mas existem na Amazônia povos encontrados recentemente e outros com contato esporádico, dos quais não se sabe praticamente nada. Ainda é impossível dizer quais as principais características e como vivem. O fato é que, quando se faz uma descoberta dessas, é um “deus nos acuda” nos meios que estão querendo se apropriar daquelas terras e das riquezas naturais existentes ali. O índio se torna um obstáculo, um empecilho e tem de ser eliminado. Para esses gananciosos e ambiciosos, índio é bicho do mato e não possui direitos.
IHU On-Line – Como é a relação entre Cimi e Funai?
Dom Erwin Kräutler – É complicada. O Cimi tem sua visão, filosofia, diretrizes, teologia e plano pastoral. A Funai é o órgão executor do governo federal e não tem filosofia própria, mas sim aquela que o atual presidente adota. Se atrai ao governo salvar os índios, é isso que a Funai se esforça para fazer. Se, no fundo, os mandantes dizem “tomara que os índios desapareçam”, a Funai também não vai se preocupar muito. Foi sempre assim. No tempo dos militares prevalecia a “incorporação dos silvícolas à identidade nacional”. Depois veio a nova Constituição, mas ficou só no papel. Nós não exigimos nada mais que o que está na Constituição, que é a carta magna do país, essa é a nossa luta.
IHU On-Line – Às vésperas das eleições, quais as expectativas do Cimi quanto aos próximos anos? Algum candidato se mostra mais favorável às causas indígenas?
Dom Erwin Kräutler – Os candidatos que aparecem mais à frente nas pesquisas não darão passos significativos, porque índio não atrai votos. Nenhum traz o compromisso de abraçar as causas indígenas. Nossa luta vai continuar. Os minoritários, que aparecem atrás, cutucam e colocam esse tema em destaque. Mesmo que não ganhem, vão aproveitar o palanque.
IHU On-Line – Como o senhor vê a situação dos povos indígenas no Mato Grosso do Sul?
Dom Erwin Kräutler – É terrível, a pior do Brasil. Foram expulsos, tiveram suas terras tomadas. Estão à beira da estrada ou em reservas tão diminutas que não há como sobreviver, estão encurralados. Instalou-se um pânico coletivo que chega ao ponto de os índios não quererem mais viver, apelando ao suicídio.
IHU On-Line – Essa prática tem crescido entre os indígenas?
Dom Erwin Kräutler – Não posso dizer que tem crescido, mas são muitos os casos, inclusive entre os jovens. Eles não têm perspectivas para sobreviver como povo.
IHU On-Line – E os índios gaúchos, como se encontram?
Dom Erwin Kräutler – O Rio Grande do Sul também tem seus problemas ligados às causas indígenas. Há gaúchos sensíveis, mas também aqueles que rezam a mesma cartilha de que índios são bugres, vagabundos, cachaceiros, mas nunca se perguntam: “o que aconteceu com esse povo?” De modo geral, tudo isso está relacionado à terra. Quando aqui se levanta questões a respeito da terra indígena, há muita contrariedade e hostilidade. Novamente dizem que os índios não precisam de tanto espaço, pois não produzem. A ideia do branco, da sociedade predominante, é que só tem direito de viver quem produz, o resto é supérfluo ou descartável. E os indígenas entram nessa categoria.
IHU On-Line – Ao mesmo tempo em que há todo sofrimento entre os índios, o senhor afirma que houve uma reafirmação da identidade indígena. Como ocorre isso?
Dom Erwin Kräutler – Em virtude dessa marginalização contra os povos indígenas, eles entranharam essa afirmação de que “são menos gente, uma categoria de pessoas que não têm direito a nada.” Entretanto, de repente, surgiu uma nova época em que eles caíram na real e se questionaram: “a final de contas, quem já estava aqui quando os outros chegaram? Quem tem cultura, uma língua e algo para contribuir para o mundo como um todo, inclusive, para o Brasil?” Criaram uma nova visão sobre a própria vida, deixaram uma síndrome de autoflagelação e complexo de inferioridade e recuperaram o orgulho de pertencer àquele povo. Os índios que eram sempre pisados ergueram a cabeça e reconheceram que são filhos dessa terra e ninguém pode tirar-lhes isso.
IHU On-Line – E nesse momento, o que o senhor tem a falar sobre Belo Monte?
Dom Erwin Kräutler – Se esse projeto for levado adiante, o Presidente Lula será lembrado como o presidente que acabou com os povos indígenas do Xingu. Não é verdade que está planejada apenas uma barragem, haverá outras. Todas as áreas indígenas do Xingu serão invadidas e os povos não vão sobreviver. Esse decreto é uma falácia. Quem deu o tiro de largada para essa monstruosidade será o responsável pela morte desses povos diante da história do Brasil e do mundo.
(Ecodebate, 17/08/2010) publicado pelo IHU On-line, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.
[IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.]
FONTE:Ecodebate
O bispo de Altamira (Pará), nascido na Áustria, chegou ao Brasil na década de 1960 e logo abraçou a causa dos indígenas. Na última semana, ele esteve na Unisinos para um ciclo de palestras. Dom Erwin é presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).
IHU On-Line – Como é a atuação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) no Brasil, atualmente?
Dom Erwin Kräutler – O Cimi foi fundado em 1972 por iniciativas de bispos que tinham povos indígenas em suas áreas eclesiásticas. Chegaram à conclusão de que a atividade pastoral junto a eles precisava ser assumida, ao invés de cada religioso fazer as coisas por sua conta. Temos de ter linhas, diretrizes e prioridades comuns. Naquela época, o Estado também tomou iniciativas, através do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), que não agradava sempre à Igreja. Hoje, basicamente, o Cimi tem duas finalidades: uma delas é a presença real. Estamos no meio dos indígenas, no lugar onde acontece a história desse povo, através dos nossos missionários.
O segundo ponto é a sensibilização da sociedade brasileira, que tem uma vertente no aspecto internacional. Não estamos apenas nos restringindo à causa indígena dentro do Brasil, mas na América Latina e no mundo inteiro. Entendemos que os povos indígenas do Brasil são irmãos dos índios de toda a Terra, que têm os direitos garantidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Veiculamos informações para o mundo inteiro. Normalmente o contato é feito com a imprensa alternativa, embora, volta e meia, apareça algum fato relacionado aos povos indígenas na grande mídia.
IHU On-Line – E entre as prioridades do Cimi está a violência contra os índios…
Dom Erwin Kräutler – É o principal assunto. Estamos lutando contra a violência, mas é preciso perguntar o que há por trás dela. Não é como o caso de um cachaceiro que mata o outro em uma briga de bar. É na terra ou na falta dela que se fundamenta todo tipo de agressão contra os indígenas. São expulsos de suas terras, que acabam usurpadas. Quando falamos em violência, falamos de defesa dos direitos constitucionais, da terra, da cultura, da maneira de ser.
IHU On-Line – O senhor pode nos falar sobre o caso de um povo indígena recém-contatado que pode ser levado para uma localidade do Maranhão?
Dom Erwin Kräutler – Sobre esse caso específico não tenho nenhum detalhe no momento, o Brasil é muito grande. O Cimi é contra a transferência compulsória de um povo. Isso foi feito algumas vezes, inclusive durante a construção da Transamazônica, e, no geral, os integrantes acabam morrendo. São arrancados de seu habitat e não conseguem se adaptar. Faz parte da filosofia deles: “É a terra onde me criei, onde nasci, berço de nossos mitos e ritos, lugar dos nossos ancestrais.” E acabam morrendo, como os negros que viram escravizados da África, de uma saudade patológica.
Além disso, eles não têm imunidade contra nenhum surto de doença. Mas existem na Amazônia povos encontrados recentemente e outros com contato esporádico, dos quais não se sabe praticamente nada. Ainda é impossível dizer quais as principais características e como vivem. O fato é que, quando se faz uma descoberta dessas, é um “deus nos acuda” nos meios que estão querendo se apropriar daquelas terras e das riquezas naturais existentes ali. O índio se torna um obstáculo, um empecilho e tem de ser eliminado. Para esses gananciosos e ambiciosos, índio é bicho do mato e não possui direitos.
IHU On-Line – Como é a relação entre Cimi e Funai?
Dom Erwin Kräutler – É complicada. O Cimi tem sua visão, filosofia, diretrizes, teologia e plano pastoral. A Funai é o órgão executor do governo federal e não tem filosofia própria, mas sim aquela que o atual presidente adota. Se atrai ao governo salvar os índios, é isso que a Funai se esforça para fazer. Se, no fundo, os mandantes dizem “tomara que os índios desapareçam”, a Funai também não vai se preocupar muito. Foi sempre assim. No tempo dos militares prevalecia a “incorporação dos silvícolas à identidade nacional”. Depois veio a nova Constituição, mas ficou só no papel. Nós não exigimos nada mais que o que está na Constituição, que é a carta magna do país, essa é a nossa luta.
IHU On-Line – Às vésperas das eleições, quais as expectativas do Cimi quanto aos próximos anos? Algum candidato se mostra mais favorável às causas indígenas?
Dom Erwin Kräutler – Os candidatos que aparecem mais à frente nas pesquisas não darão passos significativos, porque índio não atrai votos. Nenhum traz o compromisso de abraçar as causas indígenas. Nossa luta vai continuar. Os minoritários, que aparecem atrás, cutucam e colocam esse tema em destaque. Mesmo que não ganhem, vão aproveitar o palanque.
IHU On-Line – Como o senhor vê a situação dos povos indígenas no Mato Grosso do Sul?
Dom Erwin Kräutler – É terrível, a pior do Brasil. Foram expulsos, tiveram suas terras tomadas. Estão à beira da estrada ou em reservas tão diminutas que não há como sobreviver, estão encurralados. Instalou-se um pânico coletivo que chega ao ponto de os índios não quererem mais viver, apelando ao suicídio.
IHU On-Line – Essa prática tem crescido entre os indígenas?
Dom Erwin Kräutler – Não posso dizer que tem crescido, mas são muitos os casos, inclusive entre os jovens. Eles não têm perspectivas para sobreviver como povo.
IHU On-Line – E os índios gaúchos, como se encontram?
Dom Erwin Kräutler – O Rio Grande do Sul também tem seus problemas ligados às causas indígenas. Há gaúchos sensíveis, mas também aqueles que rezam a mesma cartilha de que índios são bugres, vagabundos, cachaceiros, mas nunca se perguntam: “o que aconteceu com esse povo?” De modo geral, tudo isso está relacionado à terra. Quando aqui se levanta questões a respeito da terra indígena, há muita contrariedade e hostilidade. Novamente dizem que os índios não precisam de tanto espaço, pois não produzem. A ideia do branco, da sociedade predominante, é que só tem direito de viver quem produz, o resto é supérfluo ou descartável. E os indígenas entram nessa categoria.
IHU On-Line – Ao mesmo tempo em que há todo sofrimento entre os índios, o senhor afirma que houve uma reafirmação da identidade indígena. Como ocorre isso?
Dom Erwin Kräutler – Em virtude dessa marginalização contra os povos indígenas, eles entranharam essa afirmação de que “são menos gente, uma categoria de pessoas que não têm direito a nada.” Entretanto, de repente, surgiu uma nova época em que eles caíram na real e se questionaram: “a final de contas, quem já estava aqui quando os outros chegaram? Quem tem cultura, uma língua e algo para contribuir para o mundo como um todo, inclusive, para o Brasil?” Criaram uma nova visão sobre a própria vida, deixaram uma síndrome de autoflagelação e complexo de inferioridade e recuperaram o orgulho de pertencer àquele povo. Os índios que eram sempre pisados ergueram a cabeça e reconheceram que são filhos dessa terra e ninguém pode tirar-lhes isso.
IHU On-Line – E nesse momento, o que o senhor tem a falar sobre Belo Monte?
Dom Erwin Kräutler – Se esse projeto for levado adiante, o Presidente Lula será lembrado como o presidente que acabou com os povos indígenas do Xingu. Não é verdade que está planejada apenas uma barragem, haverá outras. Todas as áreas indígenas do Xingu serão invadidas e os povos não vão sobreviver. Esse decreto é uma falácia. Quem deu o tiro de largada para essa monstruosidade será o responsável pela morte desses povos diante da história do Brasil e do mundo.
(Ecodebate, 17/08/2010) publicado pelo IHU On-line, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.
[IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.]
FONTE:Ecodebate
TEMAS:
USINA BELO MONTE
1 de agosto de 2010
Uma triste imagem da poluição causada pelas queimadas nos canaviais à oeste da cidade de José Bonifácio-SP, 30/07/10
Estas imagens foram captadas na tarde do dia 30.07.2010 a oeste da cidade de José Bonifácio, SP.
Uma triste imagem porque causa danos à saúde das pessoas, mortes de animais silvestres, ao clima, a atmosfera, aquecimento global, ao solo, aos rios, enfim a toda biodiversidade.
Natureza: Algo que o mais humilde homem do campo sempre soube pela sua sabedoria natural de filhos da terra, que é dela que se origina a vida e ajudava a mantê-la, mas o homem ‘moderno’ enburreceu-se nesse sentido por causa da tecnologia fria e do dinheiro que nada irá valer diante de um mundo inóspito ao seres vivos.
A poluição que essas queimadas causam a pequena cidade rural de José Bonifácio (SP) e a tantas outras, pode ser comparada a uma grande cidade industrializada.
Nosso céu que era antes azul e dava-se para ver os vôos dos pássaros noturnos e os que iam em direção dos seus ninhos já se preparando para a noite. Agora vemos essa triste imagem semelhante ao inferno: Um horizonte negro e avermelhado.
Leis existem e são bem claras, basta ler o art. 225 da Constituição Brasileira, Lei da Precaução, a lei da natureza.
Somos um país que não respeitamos as nossas próprias Leis, vivemos numa ditadura da omissão...
Clique sobre a imagem para ve-la no tamanho grande:
Fotos: Rivaldo R. Ribeiro
As imagens estão escuras, pois a noite já chegava, e o que dominava era o cheiro ardido da fumaça e o silencio da morte da natureza.
Uma triste imagem porque causa danos à saúde das pessoas, mortes de animais silvestres, ao clima, a atmosfera, aquecimento global, ao solo, aos rios, enfim a toda biodiversidade.
Natureza: Algo que o mais humilde homem do campo sempre soube pela sua sabedoria natural de filhos da terra, que é dela que se origina a vida e ajudava a mantê-la, mas o homem ‘moderno’ enburreceu-se nesse sentido por causa da tecnologia fria e do dinheiro que nada irá valer diante de um mundo inóspito ao seres vivos.
A poluição que essas queimadas causam a pequena cidade rural de José Bonifácio (SP) e a tantas outras, pode ser comparada a uma grande cidade industrializada.
Nosso céu que era antes azul e dava-se para ver os vôos dos pássaros noturnos e os que iam em direção dos seus ninhos já se preparando para a noite. Agora vemos essa triste imagem semelhante ao inferno: Um horizonte negro e avermelhado.
Leis existem e são bem claras, basta ler o art. 225 da Constituição Brasileira, Lei da Precaução, a lei da natureza.
Somos um país que não respeitamos as nossas próprias Leis, vivemos numa ditadura da omissão...
Clique sobre a imagem para ve-la no tamanho grande:
Fotos: Rivaldo R. Ribeiro
As próximas imagens são assustadoras, pois mostram no horizonte uma mancha negra de gases tóxicos que se formou na atmosfera após as queimadas, que poderá causar chuvas ácidas com danos a outras culturas e a vegetação da região e dizem os cientistas a muitos quilômetros da sua origem.
Quantos animais mortos? Quantos animais feridos e sofrendo por causa das queimaduras? Eu não compreendo o porquê disso, a inteligência humana não existe mais, voltamos a ser bárbaros? As imagens estão escuras, pois a noite já chegava, e o que dominava era o cheiro ardido da fumaça e o silencio da morte da natureza.
TEMAS:
QUEIMADAS CANAVIAIS
26 de julho de 2010
Exemplo de desenvolvimento sustentável e consciência ecológica.
Essa foto é de um restaurante do sr. Rafael sito a Rua Joaquim Moreira-José Bonifácio-SP-Bairro São José, próximo a Igreja São José.
É um exemplo de desenvolvimento sustentável e de consciência ecológica.
No caminho da ampliação da sua empresa havia um pé de mangueira. Ele olhou e não teve duvidas: aumentou seu restaurante contornando o tronco da arvore.
Uma atitude diferenciada, pois no caso de outro proprietário sem essa consciência a teria eliminado.
Um exemplo para professores e educadores que querem transmitir a seus alunos a importância da preservação ambiental, mesmo que seja um caso exótico.
TEMAS:
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Escola Estadual Pedro Brandão dos Reis, no caso das podas das arvores externas houve uma agressão à natureza ou prevenção para evitar um dano maior?
As fotos abaixo denotam um crime ambiental ou não? Pois se vê que algumas árvores foram podadas e duas foram totalmente eliminadas aparentemente sem razão alguma. Ali houve um crime ambiental? Vamos aos fatos e que meus poucos leitores cheguem as suas conclusões.
REDE ELÉTRICA:
Notamos pelas fotos que a rede elétrica fica do outro lado da rua.
RISCO DE QUEDA:
As árvores estão saudáveis não apresentando risco de queda, a não ser uma que fica bem ao lado da portaria do colégio onde nota-se que suas raízes estão forçando o muro frontal que apresenta uma pequena envergadura (fotos), que poderia ser sanado facilmente com um reforço na sua estrutura. Ou se for o caso, depois de um estudo técnico competente o laudo comprovar esse risco de queda, ai sim depois disso, eliminá-la totalmente, pois a poda que houve não resolve o problema caso exista um real perigo nesse sentido.
TEMPESTADE:
No caso de uma tempestade pode ocorrer algum acidente, causando danos aos veículos dos funcionários da escola. Mas se olharmos por essa ótica a Prefeitura deve arrancar todas as arvores da cidade, pois todas podem cair em cima de algum veiculo estacionado na sua proximidade no caso de uma forte ventania, isso ninguém pode prever ou evitar, seria uma fatalidade que infelizmente acontece. Tempestades que estão vindo violentas por causa da inconseqüência do homem no trato com a mãe natureza, isto já comprovado pelos cientistas do todo o mundo.
ÁRVORES EXÓTICAS:
A diretora alegou que eram arvores exóticas que por causa disso podem ser eliminadas sem maiores problemas.
Belém do Pará é conhecida como a cidade das mangueiras, as incontáveis mangueiras existentes nas ruas da cidade ajudam a amenizar o calor, principalmente nos meses mais quentes de julho a novembro, quando a temperatura pode chegar a 35 graus. E estão nos planos daquela Prefeitura aumentar a quantidade de pés na tentativa de chegar a redução de até 4º graus nos meses mais quentes.
Precisamos enfrentar o aquecimento global, isso independe o tipo de vegetação, o exemplo de Belém nos diz isso.
SEGURANÇA PUBLICA:
Quando conversei com a diretora da escola Suzana F.de Souza, ela alegou que solicitou a poda das árvores e a eliminação de outras, visto que ali estava havendo consumo de drogas e era frequentado por deliquentes causando insegurança aos alunos e alunas, um ato para evitar o pior: estupros, assaltos ou qualquer outro tipo de violência.
Um argumento até certo ponto válido e verdadeiro, pois se trata da segurança dos jovens e crianças que por ali transitam. Entretanto é um problema que pertence às autoridades de segurança pública e a prefeitura no caso da iluminação do local, dessa forma creio que um boletim de ocorrência resguardaria a responsabilidade da direção da escola, uma vez que as árvores ficavam no lado externo da escola.
Se seguirmos esse raciocínio a prefeitura deve interromper o reflorestamento e jardinagem da margem do córrego Embira, pois as árvores ali plantadas vão trazer insegurança aos moradores dos Bairros próximos e os transeuntes a caminho de suas residências do outro lado do córrego.
QUEDA DE GALHOS SOBRE OS ALUNOS:
Se for essa a preocupação da direção da escola, temos aqui duas situações:
1)No interior da escola também existem algumas arvores de grande porte conforme poderemos ver nas fotos, que também podem causar esse tipo de acidente, mas que todos sabemos se bem cuidadas e podadas adequadamente eliminando os galhos velhos evitaria o problema.
2)Se mesmo assim a direção da escola pelos cuidados e responsabilidade natural com seus alunos não se sentir seguros para evitar um acidente, é recomendado a eliminação total de todas as arvores e plantar apenas arbustos.
Aqui poderemos ver vários tópicos sobre essa polêmica, mas onde fica o meio ambiente e a natureza?
Como devemos conservá-las se alguns apontam as árvores como inimigas, sem considerar que elas são a principal fonte de vida, pois nelas se originam a fotossíntese liberando o oxigênio, limpando a ar das poluições , do gás carbônico contribuindo para diminuir o aquecimento global, protegendo os mananciais onde se origina a nossa agua?
Se em cada espaço que permitir o plantio de um arvore para enfrentar-mos os problemas climáticos previstos, alguém apontar algum perigo que essa arvore possa causar, sem duvida alguma a humanidade corre um sério risco.
Meio ambiente e natureza tem que ser tratado como o ar que respiramos. Você, eu, nossos filhos, ricos e pobres todos servimos dele. Alguém questionou a sua origem???
Notamos pela cidade a poda de árvores das calçadas sem nenhum critério, algumas ficam apenas o tronco ou são arrancadas. Isso com certeza vêm agravar o já escaldante calor que estamos enfrentando.
O municipio de José Bonifácio alcançou em 2009 apenas 28.7 no projeto do Governo Estadual MUNICIPIO VERDEAZUL.
Ficamos atrás de pequenos municipios vizinhos como Ubarana, Adolfo, Mendonça, Monte Aprazivel e tantos outros. Vamos torcer para que em 2010 a nossa nota seja melhor, mesmo que nao cheguemos aos 80 pontos exigidos pelo governo, mas que melhoremos na questao ambiental. Porque meio ambiente saudável é saúde.
Nota: Agradeço a nobreza e gentileza da diretora Suzana F. Souza pelas informações e autorização para tirar as fotos. As criticas que apontei tem o objetivo de proteção da natureza e meio ambiente, ação que venho fazendo desde o ano 2006 com o primeiro blog.
Não sou filiado a nenhum partido político, levo em conta em primeiro lugar a minha religiosidade cristã e adepto ao ideal do carisma franciscano.
São Francisco de Assis amava a natureza por ser uma criação de Deus, e considerava todos os elementos naturais e animais como irmãos.
Duas árvores eliminadas.
Se a árvore das fotos abaixo corre o risco de queda, necessita de um parecer técnico, se for o caso deve elimina-la. Nunca efetuar uma poda dessa forma.
Contrariando a minha opinião acima, depois de tirar essa nova foto (inserida hoje 26/07/2010) da parte frontal da escola,
voce pode ver que a árvore não apresenta nenhum risco de queda, pois se apresenta
bastante sadia.Linda e frondosa.
As próximas fotos são de podas, argumento e opiniao no texto acima.
As proximas fotos são do interior da escola.
24 de julho de 2010
Queimadas provocam doenças respiratórias no interior de SP
Clique aqui para ler a notícia:
Queimadas provocam doencas respiratorias no interior de São Paulo.
Foto Kleber A.Ribeiro
Os governantes são eleitos com a esperança que eles sejam uma espécie de "PAI" da sociedade humana.
Para que cuidem de nós, principalmente os mais indefesos e fracos, mas não é isso que vem acontecendo na questão ambiental.
Nós do interior paulista estamos abandonados, nosso ar que antes era limpo, saudável, agora somos obrigados a respirar o veneno das queimadas nos canaviais.
Prometem acabar com elas em 2017, é muito tempo comparando com a média de vida de várias espécies, inclusive a humana.
Queimadas provocam doencas respiratorias no interior de São Paulo.
Foto Kleber A.Ribeiro
Os governantes são eleitos com a esperança que eles sejam uma espécie de "PAI" da sociedade humana.
Para que cuidem de nós, principalmente os mais indefesos e fracos, mas não é isso que vem acontecendo na questão ambiental.
Nós do interior paulista estamos abandonados, nosso ar que antes era limpo, saudável, agora somos obrigados a respirar o veneno das queimadas nos canaviais.
Prometem acabar com elas em 2017, é muito tempo comparando com a média de vida de várias espécies, inclusive a humana.
TEMAS:
QUEIMADAS CANAVIAIS
Com as modificações repentinas causadas pelo homem em um bioma, será impossível a adaptação da vida vegetal e animal em curto espaço de tempo.
Vamos supor que algumas espécies da fauna e flora sobrevivem por centenas de anos numa área com a temperatura média equilibrada, os ciclos de chuvas regulares, ou se houve variação elas ocorreram gradativamente em milhares de nos, a VIDA teve tempo para adaptar-se.
Agora, essa área é alterada bruscamente pelo homem através de uma grande obra como a transposição do Rio São Francisco, ou pelo agronegócio das monoculturas que transformara grandes áreas dessa vegetação. A média das temperaturas dessa área que foi modificada poderá se alterar, os ventos podem mudar de direção, assim essa vegetação não irá reconhecer seu ambiente natural e podem se definhar, seus troncos sufocados não terão mais brotos, não produzirão mais frutos.
Os animais que há séculos ali vivem já estão adaptados àquele meio ambiente, terão que migrar ou morrerão de fome ou de doenças, esse equilíbrio e relação entre fauna e flora em uma área definida chama-se BIOMA.
O ser humano também faz parte de um bioma: a região onde vivemos somos acostumados com o clima, a água, os frutos, com os animais e os peixes dos rios da nossa região, dos quais muitos se alimentam. Muitas vezes o nosso espaço é modificando pelo “progresso”, pela poluição, modificando o clima trazendo desconforto as pessoas que sempre viveram nesse espaço, nesse bioma.
Assim não podemos chegar numa região e ir destruindo tudo, modificando rios, desmatando as florestas, expulsando animais, modificando o relevo e até altitudes, sem antes estudar e compreender todos os impactos que isso venha causar nessa região. Portando é um desastre ambiental e social propor um tipo de desenvolvimento econômico inadequado com as características de um bioma.
Essa é uma das razoes que em minha opinião, discordo das monoculturas, principalmente da cana de açúcar que é uma das mais agressivas ao meio ambiente: em áreas densamente povoadas ou em regiões que provocam o desmatamento e poluem os mananciais com os agrotóxicos, transformando o bioma de uma região e impondo a adaptação dos animais e vegetais em curto espaço de tempo.
Estamos vivendo numa encruzilhada: a humanidade deve evoluir-se no sentido de compreender o sentido da VIDA, abandonando atitudes de consumo supérfluo que nada acrescentam para a nossa sobrevivência, ou continuar apenas pensando num progresso que vai nos levar ao mundo desconfortável, inóspito, e sem condições de sobrevivência para várias espécies, inclusive a humana. Precisamos tomar o caminho certo...
Os ambientalistas estão fazendo a sua parte: alertando e tentando conscientizar as pessoas, uma tarefa difícil diante da cegueira dos que governa o mundo. A Natureza está ai, diante de nós, já pediu socorro por várias vezes, Deus o Criador já deu as ultimas chances ao homem, agora Ele espera que nós compreendamos isso, ou será o nosso fim...
No Brasil os maiores Biomas são:
Bioma AMAZÔNIA
Bioma CERRADO
Bioma MATA ATLÂNTICA
Bioma CAATINGA
Bioma PAMPA
Bioma PANTANAL
LEIAM MAIS SOBRE BIOMAS
Agora, essa área é alterada bruscamente pelo homem através de uma grande obra como a transposição do Rio São Francisco, ou pelo agronegócio das monoculturas que transformara grandes áreas dessa vegetação. A média das temperaturas dessa área que foi modificada poderá se alterar, os ventos podem mudar de direção, assim essa vegetação não irá reconhecer seu ambiente natural e podem se definhar, seus troncos sufocados não terão mais brotos, não produzirão mais frutos.
Os animais que há séculos ali vivem já estão adaptados àquele meio ambiente, terão que migrar ou morrerão de fome ou de doenças, esse equilíbrio e relação entre fauna e flora em uma área definida chama-se BIOMA.
O ser humano também faz parte de um bioma: a região onde vivemos somos acostumados com o clima, a água, os frutos, com os animais e os peixes dos rios da nossa região, dos quais muitos se alimentam. Muitas vezes o nosso espaço é modificando pelo “progresso”, pela poluição, modificando o clima trazendo desconforto as pessoas que sempre viveram nesse espaço, nesse bioma.
Assim não podemos chegar numa região e ir destruindo tudo, modificando rios, desmatando as florestas, expulsando animais, modificando o relevo e até altitudes, sem antes estudar e compreender todos os impactos que isso venha causar nessa região. Portando é um desastre ambiental e social propor um tipo de desenvolvimento econômico inadequado com as características de um bioma.
Essa é uma das razoes que em minha opinião, discordo das monoculturas, principalmente da cana de açúcar que é uma das mais agressivas ao meio ambiente: em áreas densamente povoadas ou em regiões que provocam o desmatamento e poluem os mananciais com os agrotóxicos, transformando o bioma de uma região e impondo a adaptação dos animais e vegetais em curto espaço de tempo.
Estamos vivendo numa encruzilhada: a humanidade deve evoluir-se no sentido de compreender o sentido da VIDA, abandonando atitudes de consumo supérfluo que nada acrescentam para a nossa sobrevivência, ou continuar apenas pensando num progresso que vai nos levar ao mundo desconfortável, inóspito, e sem condições de sobrevivência para várias espécies, inclusive a humana. Precisamos tomar o caminho certo...
Os ambientalistas estão fazendo a sua parte: alertando e tentando conscientizar as pessoas, uma tarefa difícil diante da cegueira dos que governa o mundo. A Natureza está ai, diante de nós, já pediu socorro por várias vezes, Deus o Criador já deu as ultimas chances ao homem, agora Ele espera que nós compreendamos isso, ou será o nosso fim...
No Brasil os maiores Biomas são:
Bioma AMAZÔNIA
Bioma CERRADO
Bioma MATA ATLÂNTICA
Bioma CAATINGA
Bioma PAMPA
Bioma PANTANAL
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TEMAS:
BIOMAS
22 de julho de 2010
FOTOS DE QUEIMADAS NO BAIRRO RURAL CÓRREGO FUNDO-JOSÉ BONIFÁCIO-SP
PESQUISE AQUI:Espécie vegetal Angico
CLIQUE SOBRE AS FOTOS PARA VE-LAS NO TAMANHO GRANDE
Não temos conhecimento se essa queimada foi acidental ou não, mas sem dúvida alguma a "pólvora" foi uma plantação de cana de açucar.
Um atentado a vida humana a fauna e flora.
O despeito a natureza é mais uma loucura humana equivalente a produção de armas nucleares, porque ambas ameaçam a vida no planeta TERRA.
Até quando iremos ser o perigo a todos tipo de vida, sendo que somos os únicos animais racionais que povoam o planeta????
CLIQUE SOBRE AS FOTOS PARA VE-LAS NO TAMANHO GRANDE
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Não temos conhecimento se essa queimada foi acidental ou não, mas sem dúvida alguma a "pólvora" foi uma plantação de cana de açucar.
Um atentado a vida humana a fauna e flora.
O despeito a natureza é mais uma loucura humana equivalente a produção de armas nucleares, porque ambas ameaçam a vida no planeta TERRA.
Até quando iremos ser o perigo a todos tipo de vida, sendo que somos os únicos animais racionais que povoam o planeta????
TEMAS:
FOTOS CRIMES AMBIENTAIS
18 de julho de 2010
JOÃO DE BARRO -Rivaldo R. Ribeiro
Foto Kleber A.Ribeiro
Meu dom: construtor..., olhei uma árvore e vi nela o meu mundo... Num galho confiei a minha esperança do resto da minha vida... Do alto vejo a planície, o vento, as borboletas, o vale, o rio, as sombras das nuvens, os pomares com meu alimento, a primavera, e a liberdade...
Nesta árvore fiz com barro e capim minha fortaleza. A porta de entrada nunca verá chuva: confiei no meu instinto e na minha sabedoria, sei de que lado que a chuva vai bater, de que lado que o vento vem com suas rajadas. Também como o amor ele bateu forte do lado esquerdo, definitivo e sempre... Sou um pássaro cristão não trabalho aos domingos.
É tão bom ser simples! Ser perfeito justamente porque não se importa com as imperfeições, olhar o mundo como um reino, não deixar pegadas porque os caminhos são mágicos...
Não me importar com os segredos da luz, os segredos da água, os segredos do vento, não ter medo da sede e da fome. Emprestei um galho daquela arvore, ela não se incomodou. Incomodar por quê? Não me declarei proprietário! Ali estou sem ser parasita, num convívio de amizade sem ser escravo.
Não abandonei meus filhotes, não tive medo não fui covarde... O mundo não os negou alimento, todos os dias eles aguardavam meu retorno com os bicos abertos, e com as asinhas batendo de alegria, todos faziam uma algazarra cabeça com cabeça certos de seu quinhão.
Éramos nós os filhotes e o amor...
O meu triunfo, não tem canções de vitória, caminhos manchados de sangue, ídolos, dores na alma, glorias covardes escondidas sobre outros infortúnios, apenas nossa casinha de barro, igual a todas as outras casinhas nos galhos das arvores das florestas... Porque a mentira, a arrogância, a maldade, a traição, não tem ninho, não existe e não é sonho, não tem passado e nem futuro...
Agora de repente estão me expulsando, quando vôo são longas distancias de um mar verde, não encontro lugar para pousar ou construir minha casa, apenas algumas arvores solitárias com seu tronco negro que denuncia que ali houve fogo, não vou arriscar minha família de serem queimadas, que pena aqui era meu mundo, tenho que ir embora para outras florestas... Ser intruso em outras paragens...
Pesquisar João de Barro,pássaro.
TEMAS:
PÁSSAROS
11 de julho de 2010
PROJETO MUNICÍPIO VERDE/AZUL DO ESTADO DE SÃO PAULO-Reavaliação dos municípios
Clique nos links abaixo e veja a NOTA DO SEU MUNICÍPIO em 2009 depois da reavaliação pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo , dos 566 municípios inscritos no programa MUNICÍPIO VERDEAZUL, foram certificados antes dos recursos 156, e pós recursos 168.
Uma porcentagem ainda muito baixa, diante dos problemas climáticos que estamos enfrentando. Problemas que exigem das autoridades de cada município um maior empenho para que alcancem a nota mínima de 80 pontos para ter direito do certificado de MUNICÍPIO VERDE/AZUL.
Ou pelo menos mais próximo aos 80 pontos, pois é grande a quantidade de municípios com a classificação muito baixa.
A natureza vem devolvendo as agressões do homem com violência e muita destruição. Ainda a tempo de revertemos essa situação critica que todo o PLANETA vem atravessando, pois se a humanidade não acordar teremos um futuro sombrio.
Precisamos olhar para a Natureza e o Meio Ambiente independentemente dos movimentos partidários, que em muitos casos servem apenas para atravancar as soluções dos problemas, e ver que no caso ambiental todos serão beneficiados ou punidos conforme nossas ações daqui para frente.
A conscientização ambiental tem que ser primária como a nossa respiração.
Vejam a relação completa nos links:
RELAÇÃO:MUNICÍPIO VERDE/AZUL
CONSULTA DA PONTUAÇÃO INDIVIDUALMENTE
TEMAS:
MUNICÍPIO VERDE/AZUL
22 de junho de 2010
QUEIMADAS CANAVIAIS PRÓXIMO A JOSE BONIFÁCIO-SP

Essa foto foi tirada no dia 20/06/2010 próximo à cidade de José Bonifácio-SP, naquela tarde o ar da cidade ficou cinzento e sufocante.
Poluição que causa as pessoas idosas, asmáticos, alérgicos e crianças problemas respiratórios diversos. E segundo afirmações médicas altera a saúde em outros vários pontos, entre eles problemas cardíacos e cancerígenos.
Enquanto isso autoridades que foram eleitas por essas pessoas nada fazem, alguns deles alegam que a solução do problema cabe a outras esferas governamentais.
Entretanto em muitos municípios tais práticas já foram proibidas.
Notícia publicada no ALDEIA MUNDUS.
TEMAS:
QUEIMADAS CANAVIAIS
4 de junho de 2010
CARRO ELÉTRICO ESTÁ CHEGANDO.
No meu blog ALDEIA MUNDUS eu já havia falado sobre alguns lançamentos de carros elétricos.
Agora para a nossa alegria, eles estão se transformando numa realidade.
No próximo post falarei mais sobre o assunto...
Agora para a nossa alegria, eles estão se transformando numa realidade.
No próximo post falarei mais sobre o assunto...
TEMAS:
CARROS ELÉTRICOS
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